Xiaomi diz se opor à inclusão da empresa em lista de “patrocinadores internacionais da guerra”

Xiaomi diz se opor à inclusão da empresa em lista de "patrocinadores internacionais da guerra"

PEQUIM (Reuters) – A Xiaomi, fabricante de tablets e celulares da China, disse nesta sexta-feira que se opõe veementemente à inclusão da empresa na lista de “patrocinadores internacionais da guerra”.

A Agência Nacional de Prevenção à Corrupção da Ucrânia incluiu a Xiaomi na lista, segundo um comunicado à imprensa, datado de 13 de abril, divulgado pela mídia local.

De acordo com a agência, a Xiaomi foi incluída por continuar fazendo negócios na Rússia após a invasão em larga escala da Ucrânia, noticiou o Kiev Independent, um veículo de comunicação ucraniano que noticia em inglês.

(Reportagem da Redação de Pequim)

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