Wagner Moura fala sobre temporada internacional de ‘O Agente Secreto’: ‘Foi ótimo’

Brasileiro avaliou a maratona de divulgação do filme

Wagner Moura posa no tapete vermelho durante a chegada ao Oscar na 98ª edição do Academy Awards em Hollywood
Wagner Moura posa no tapete vermelho durante a chegada ao Oscar na 98ª edição do Academy Awards em Hollywood Foto: REUTERS/Caroline Brehman

Wagner Moura, 49 anos, falou sobre a experiência da temporada de divulgação internacional de “O Agente Secreto” após o fim da cerimônia do Oscar 2026, na noite do último domingo, 15. “Foi ótimo, realmente muito bom, foi meu primeiro Oscar e foi uma boa experiência”, afirmou ele em entrevista para a Variety, revista americana especializada em indústria do entretenimento global.

Ao ser questionado se ele estava aliviado pela temporada internacional do longa ter acabado, o ator brasileiro respondeu positivamente. “Sim, absolutamente. Eu penso que nós subimos uma montanha muito linda e hoje nós estávamos no topo dela e isso foi ótimo”, disse ele.

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Durante o bate-papo, o baiano também foi perguntado se ele considera interessante que a maior premiação do cinema mundial deveria voltar a acontecer em fevereiro, como ocorreu durante anos. “É interessante, porque você vê alguns filmes terem um momento, dependendo do quão longo suas campanhas duram, as coisas podem mudar, é muito interessante. Estou aprendendo muito sobre campanhas”, observou Wagner.

O “Agente Secreto” foi o principal representante brasileiro na 98ª edição do Oscar com quatro indicações: Melhor Filme Internacional, Melhor Filme, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Direção de Elenco (Gabriel Domingues), porém não conquistou nenhuma estatueta. O outro brasileiro, Adolpho Veloso, que concorria na categoria Melhor Fotografia por “Sonhos de Trem”, também não saiu vencedor.

Vale destacar que houve apenas duas vezes anteriores em que longas brasileiros conquistaram quatro indicações ao Oscar. Primeiro, em 1986 com “O Beijo da Mulher-Aranha”, uma coprodução com os Estados Unidos, e a mais recente, em 2004, com “Cidade de Deus”.