Comportamento

Vítimas de violência doméstica no Reino Unido ganham código para pedir ajuda em farmácias

Vítimas de violência doméstica no Reino Unido ganham código para pedir ajuda em farmácias

(Arquivo) Participam do programa 255 farmácias independentes e 2,3 mil lojas da gigante farmacêutica Boots - AFP/Arquivos

Farmácias britânicas lançaram nesta quinta-feira uma campanha para encorajar vítimas de violência doméstica a usarem um código para receber ajuda de funcionários.

“O programa ‘Ask for Ani’ (Pergunte por Ani) permitirá a pessoas em perigo ou vítimas de violência a informar de forma discreta que precisam de ajuda”, explicou o governo em comunicado. A ação é dirigida especialmente às vítimas “isoladas em casa com seu abusador e impossibilitadas de obter ajuda de outra forma”.

“Um farmacêutico qualificado irá proporcionar à vítima um espaço de conversa privado, para entender se a mesma precisa chamar a polícia ou obter ajuda da linha telefônica de atendimento a vítimas da violência de gênero”, informa o texto. Participam do programa 255 farmácias independentes e 2,3 mil lojas da gigante farmacêutica Boots. As inscrições seguem abertas.

“No momento em que devemos pedir novamente a pessoas de todo o país que fiquem em casa para lutar contra o coronavírus, é essencial que tomemos medidas para proteger aqueles para quem o lar não é um espaço seguro”, declarou o premier Boris Johnson, citado no texto.

Trabalhar em uma farmácia “não é apenas uma questão de medicamentos, e sim uma questão de pacientes”, assinalou o presidente da associação nacional de farmácias, Mark Lyonette. “O mecanismo de alerta é uma forma discreta e sutil de ajudar algumas pessoas mais vulneráveis de nossa sociedade.”


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O governo pretende fazer uma campanha publicitária “focada e discreta” de quatro semanas de duração, principalmente nas redes sociais, para divulgar o código e “assegurar que as vítimas saibam como pedir ajuda”.

Durante o primeiro confinamento no Reino Unido, uma em cada cinco denúncias registradas pela polícia na Inglaterra e no País de Gales referiu-se à violência de gênero, revelou o Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS).

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