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Vítima de abuso sexual aponta que freiras alemãs eram ‘cafetinas’ para padres

Crédito: Reprodução/Pixabay

Uma criança, vítima de estupro, acusou freiras de um orfanato católico na Alemanha de aliciar jovens para padres, políticos e outros homens com poder. Hoje, a vítima tem 63 anos e permanece anônima, mesmo tendo lutado e vencido uma batalha judicial por indenização aos crimes que sofreu.

Segundo a reportagem publicada no jornal americano New York Post no final de dezembro de 2020, os abusos teriam começado em março de 1963, quando o jovem tinha apenas 5 anos. Hoje, ele luta contra o transtorno de estresse pós-traumático e a depressão. O homem recebeu 25 mil euros (R$ 133 mil) em tribunais alemães devido as alegações de que ele foi estuprado mais de mil vezes. Ele ainda afirmou que não era a única vítima.

O caso foi abordado publicamente pela primeira vez quando o bispo alemão de Speyer, Karl-Heinz Wiesemann, falou sobre o ex-oficial da diocese Rudolf Motzenbäcker, que foi citado como um dos agressores no caso da vítima. Rudolf morreu em 1998.

De acordo com o relato da vítima para a revista alemã Der Spiegel, ele era espancado e “literalmente arrastado” por freiras para a casa de Motzenbäcker, onde era rotineiramente abusado sexualmente. O homem também relatou que foi retirado do orfanato para aparecer em “festas de sexo”, facilitadas por freiras em nome do clérigo e da elite local. “As freiras eram cafetinas”, disse ele em depoimento no tribunal.

“Havia uma sala onde as freiras serviam bebidas e comida aos homens e, no outro canto, as crianças eram estupradas”, citam os autos do tribunal. “As freiras ganhavam dinheiro. Os homens doavam generosamente”, afirmou.


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“Às vezes, eu voltava correndo para casa com roupas sujas de sangue, o sangue escorria pelas minhas pernas”, finalizou a vítima. Segundo ele, até deixar o orfanato, em setembro de 1972, teria sido abusado sexualmente cerca de mil vezes.

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