O Dia

Vídeos mostram sequestrador da Ponte Rio-Niterói em ação dentro do ônibus

Imagens mostram Willian Augusto da Silva cobrindo as lentes das câmeras de segurança do veículo com uma tinta spray

Crédito: Reprodução/OTT-RJ

Sequestro de ônibus no Rio (Crédito: Reprodução/OTT-RJ)

Rio – Câmeras de segurança do ônibus da linha 2520 (Alcântara x Estácio), da viação Galo Branco, que foi sequestrado na manhã desta terça-feira, registraram parte da ação de Willian Augusto da Silva, de 20 anos (assista nos vídeos abaixo). O crime acabou quando o sequestrador foi alvejado por atiradores de elite da Polícia Militar, após cerca de 3h30 de sequestro.
As imagens mostram alguns dos momentos iniciais de Willian dentro do ônibus. Os vídeos são do SBT Rio.
No primeiro vídeo, das 5h05, o sequestrador se levanta de seu assento, na parte da frente do ônibus, e fala algo com o motorista. Ele está usando uma luva preta em uma das mãos; assista!

Às 5h07, Willian aparece em pé na frente do ônibus, de frente para os passageiros. Nesse momento, ele pinta a lente da câmera instalada ali com uma tinta spray; confira!

Às 5h10, o motorista aparece cobrindo o rosto, enquanto Willian cobre a lente da outra câmera com a tinta. Logo em seguida, ele vai para a frente do ônibus e faz o mesmo com o equipamento instalado ali; veja!

O SEQUESTRO

Durante cerca de 3h30, Willian Augusto manteve mais de 30 pessoas reféns dentro de um ônibus da linha 2520 (Alcântara x Estácio), da viação Galo Branco, na manhã desta terça-feira. O crime começou com 39 pessoas presas no veículo e terminou com 33, já que seis foram liberadas.

O sequestro acabou com Willian sendo alvejado com pelo menos seis tiros disparados por atiradores de elite da Polícia Militar, que estavam posicionados na região. Os disparos que atingiram o sequestrador partiram de um fuzil Colt AR-10, considerado o mais moderno da segurança pública brasileira.

Logo após o crime, as 39 vítimas e outras pessoas envolvidas no crime foram levadas para a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), apesar de as investigações estarem a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).