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Vida e morte de Stephen Hawking são repletas de simbologia

ROMA, 14 MAR (ANSA) – A vida do físico e matemático britânico Stephen Hawking foi marcada por brilhantes trabalhos que tentaram explicar o universo. No entanto, sua morte também pode gerar infinitas pesquisas sobre uma nova “teoria” já que a data está repleta de simbologia. Stephen faleceu nesta quarta-feira (14), data que corresponde há, exatamente, 139 anos depois do nascimento de Albert Einstein. O pai da teoria da relatividade nasceu, de fato, no dia 14 de março de 1879.   

Além disso, Hawking foi o único a completar a teoria remanescente de Einstein: a existência de ondas gravitacionais, previstas pelo físico alemão em 1916, um século antes do Observatório Avançado de Interferometria de Onda Gravitacional (LIGO) detectar pela primeira vez.   

Outra semelhança é que, apesar de ser duas das mentes mais inteligentes da história, Einstein e Hawking sempre obtiveram notas ruins na escola. Ambos só conseguiram entrar nas universidades de Oxford e Zurique, respectivamente, por causa do bom resultado do teste de ciências. Estas não são as únicas coincidências do gênero na vida do britânico. Hawking nasceu em Oxford em 8 de janeiro de 1942, data que, como ele mesmo sempre disse, marcou os 300 anos da morte de outro gigante da astronomia, Galileo Galilei, falecido em 8 de janeiro de 1642.   

Além disso, todos os amantes da matemática comemoram hoje o número “Pi”, porque é o dia que mais se aproxima da mais conhecida constante matemática, o 3,14.   

O número irracional é a relação número da divisão do perímetro de uma circunferência dividido pelo seu diâmetro, e apresenta um número infinito de decimais, que assim como Stephen não possuía limites, principalmente, para enfrentar os desafios da vida humana. Hawking revolucionou a história com as suas teorias do espaço-tempo, o Big Bang e a radiação dos buracos negros. Ele faleceu hoje (14) aos 76 anos de idade, após ter sido diagnosticado na adolescência com esclerose lateral amiotrófica (ELA). (ANSA)