Após o sucesso de fragrâncias que viralizaram nas redes e conquistaram celebridades, Victória Scardini apresenta um novo capítulo criativo em sua trajetória. A influenciadora digital lança “50 Tons de Rosas”, nova aposta da Casa Closet, marca que ganhou destaque com perfumes como Chuva de Pêssego, Céu de Manga e Suco de Anjo.
Em um mercado marcado por florais previsíveis, Victória propõe um olhar mais profundo sobre a rosa — ingrediente central da fragrância — e sobre a própria feminilidade. “Com ‘50 Tons de Rosas’, quis explorar um território emocional que sempre me fascinou. Enquanto os perfumes anteriores dialogam com leveza e frescor, este mergulha em uma feminilidade mais segura, multifacetada e sensual”, afirma.
O lançamento marca uma virada sensorial dentro da Casa Closet. Segundo a criadora, a fragrância inaugura uma fase mais sofisticada e intencional da marca, sem abrir mão da doçura que já se tornou assinatura. “É como virar uma chave criativa. Quero criar perfumes que contem histórias, revelem nuances e provoquem sensações mais profundas. ‘50 Tons de Rosas’ é 100% Victória Scardini”, resume.
A experiência sensorial do perfume é descrita como imediata. “Ele desperta autoconfiança e elegância. É o tipo de fragrância que abraça, mas também impõe presença. Suave e forte ao mesmo tempo”, explica. Essa dualidade aparece na construção da rosa, trabalhada em diferentes camadas: uma abertura macia, um coração cremoso e envolvente e um fundo quente, quase almiscarado.
A inspiração para o perfume é pessoal. “É quase autobiográfico. Me traduzi em um cheiro”, conta Victória, que garante: fãs de Céu de Manga tendem a se apaixonar pela novidade.
Desenvolvido durante uma viagem a Paris, o perfume nasceu em um momento de maior maturidade da marca e de compreensão mais clara sobre o público. “O desafio foi surpreender sem repetir fórmulas. Entendi que a inovação não precisava estar no exagero, mas na profundidade emocional”, diz.
Para Victória, “50 Tons de Rosas” simboliza o início de uma nova fase da Casa Closet. “Continuamos leves e espontâneos, mas agora queremos dialogar com camadas mais profundas da mulher moderna — suas forças, vulnerabilidades e contrastes. É um capítulo mais artístico, mais sofisticado e, acima de tudo, mais íntimo.”