Ao menos dez jornalistas foram libertados da prisão na Venezuela, entre eles o ativista da oposição e jornalista de profissão Roland Carreño, em meio a um lento processo de libertações sob pressão dos Estados Unidos, informaram o sindicato de jornalistas e ONGs nesta quarta-feira (14).
“Confirmamos a libertação do jornalista Roland Carreño. Ele estava preso desde 2 de agosto de 2024: 1 ano, 5 meses e 12 dias”, escreveu o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa (SNTP) na rede X.
Carreño foi preso em meio à crise que eclodiu após a contestada reeleição de Maduro em 2024. Ele já havia sido preso entre 2020 e 2023 sob acusações de “terrorismo”.
Além de Carreño, Rafael García Márvez, Carlos Marcano, Ramón Centeno, Julio Balza, Nakary Ramos, Víctor Ugas, Leandro Palmar, assim como os assistentes Gianni González e Belises Cubillán, foram libertados da prisão, informaram o SNTP e a ONG especializada Foro Penal.
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