Varrição de Doria

“Vocês precisam me arrumar uma vassoura. Vamos varrer?” Ele  pode ter varrido pouco na manhã do dia 2 de janeiro. Até  tentou, mas foi impossível, tamanha a quantidade de câmeras, fotógrafos, jornalistas e entrevistas.

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A quem o chamava de marqueteiro ou populista, seus auxiliares argumentavam: a gestão de João Doria na prefeitura vai ser midiática.

O prefeito João Doria chegou 5h45 na praça 14 bis, no centro de SP, para iniciar sua gestão ajudando a limpar a cidade. “É uma ação ampla, nós precisamos fazer com que São Paulo seja uma cidade mais bem cuidada”, disse.

Os secretários, todos uniformizados de gari, varreram até 200 metros.  O tumulto na praça causou apreensão em alguns moradores de rua, que temiam que seus pertences fossem recolhidos.

Uma coisa é certa: o prefeito ganhou o coração dos garis. “Foi a valorização do nosso trabalho”, disse uma funcionária, que não havia votado em Doria. O grupo presente foi convocado para ir ao local.

Alguns conseguiram tirar selfies com o prefeito, mas a maioria apenas assistia ao ato. A ação terminou às 7h15 da manhã.

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