Vamos: Lucro líquido soma R$ 77 milhões no 4tri25, queda de 52,6% ante 4tri24

A Vamos registrou lucro líquido de R$ 77,7 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 52,6% ante igual intervalo de 2024. No acumulado do ano, a companhia registrou recuo de 54,7%, totalizando R$ 328,7 milhões.

De acordo com a companhia, o lucro líquido do trimestre apresentou quedas sequenciais apresentadas ao longo do ano com os sucessivos aumentos dos juros. “Uma vez que os mesmos permaneceram estáveis no terceiro e quarto trimestre de 2025, foi possível apresentar crescimento através de todas as melhorias operacionais que vêm sendo entregues ao longo do ano”, diz em seu release de resultados.

Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 13,2% no trimestre na mesma comparação, totalizando R$ 956,9 milhões. Em 2025, o indicador ficou em R$ 3,649 bilhões, alta anual de 10,1%.

A receita líquida da Vamos, por sua vez, somou R$ 1,483 bilhão no quarto trimestre, um avanço de 24,3% frente ao mesmo trimestre do ano passado. No ano, a empresa totalizou R$ 5,755 bilhões, crescimento de 22,5%

O resultado financeiro ficou negativo em R$ 591,6 milhões, alta de 33,1% ante os R$ 444,4 milhões negativos do quarto trimestre de 2024. No ano, o indicador foi negativo em R$ 2,178 bilhões, avanço de 34,4% frente a 2024.

A Vamos encerrou o quarto trimestre com dívida líquida de R$ 11,808 bilhões, aumento de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Por sua vez, terminou com uma alavancagem de 3,16 vezes a dívida líquida sobre Ebitda, levemente abaixo da alavancagem de 3,31 vezes ao final do quarto trimestre de 2024 e de 3,27 vezes no terceiro trimestre de 2025.

Segundo mensagem da administração que acompanha o balanço, o ano de 2025 foi marcado por recordes operacionais e financeiros, tanto em locação como em venda de Seminovos, e entrega do guidance para o ano. “As demonstrações do resultado apresentaram recordes de receita e Ebitda beneficiados pelo positivo desempenho dos serviços de locação, que mais que compensaram a normalização das margens de vendas de ativos e o ano desafiador no segmento de Indústria.”