Ricardo Salles é o tal ministro do meio-ambiente que despreza… o meio-ambiente! E, se você é um desses idiotas que acreditam que sustentabilidade, ecologia etc. são coisa de comunistas ou de “porra-loucas maconheiros” de esquerda, é bom Jair se acostumando com o tema, pois será cada vez mais frequente e essencial na vida de qualquer um que precise ganhar dinheiro para sobreviver. Mesmo aqueles que vivem exclusivamente de dinheiro público.
As maiores economias do mundo e as maiores empresas globalizadas compraram de vez a ideia dos ambientalistas, estejam eles certos ou não. Já há algum tempo, e será assim daqui para frente, quem não adotar boas práticas ambientais no mundo dos negócios, sejam privados ou públicos (entre as nações), será tão marginalizado quanto as empresas e países que, até pouco tempo atrás, recorriam a mão de obra escrava e trabalho infantil.
Nas mãos de Bolsonaro, o verdugo do Planalto, e de seu ministro incendiário, Ricardo Salles, o Brasil se tornou um pária ambiental tão mal visto quanto já é nas questões relacionadas ao coronavírus, onde somos reconhecidos como pestilentos e um gigantesco cemitério a céu aberto. E não sem razão em ambos os casos, já que lideramos os rankings mundiais negativos de mortes por Covid-19, desmatamento ilegal e queimadas criminosas.
O amigão do Queiroz cerca-se, com extrema frequência, de gente da sua estatura moral e intelectual. Ou seja, gente suspeita de crimes e criminosos contumazes, e ignorantes de 5ª série, como Salles, já que denunciado por um delegado da Polícia Federal e, como lembrado pela cantora Anitta, um pré-adolescente de 12 anos que, ao lado do devoto da cloroquina, destrói a imagem do País, sem nem sequer conhecer uma língua estrangeira.
Na falta de uma árvore para derrubar e de uma floresta para queimar, ou de madeireiros ilegais para passar pano, meu xará foi tretar, no Twitter, com a malandra, e levou uma bela de uma enxovalhada. Assim, Salles provou que, além de ser imbecil no governo, é também imbecil fora dele. Afinal, ser humilhado pela Anitta, em que pese as inúmeras qualidades daquela belezura, não é uma tarefa tão fácil. Salvo, é claro, para monoglotas infantis.