Um recorde no governo Bolsonaro: a taxa de desemprego

Crédito: folhapress

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O desemprego continua batendo recordes. Entre maio e setembro, o IBGE registrou que 4,1 milhões de pessoas buscavam ocupação no mercado de trabalho. Ou seja, um aumento de 43%. Já são 14 milhões de brasileiros desempregados — o maior número da história.

Somente na última semana de setembro, a taxa de desemprego saltou de 13,7% para 14,4%. Em uma semana, a política de Guedes fez com que 726 mil pessoas passassem a procurar emprego, enquanto outras 647 mil foram demitidas.

Os técnicos do IBGE acreditam que mais gente está à procura de trabalho porque o auxílio emergencial caiu de R$ 600 para R$ 300 e essa queda na renda motiva a busca pela sobrevivência.

Invisíveis

O aumento das demissões empurrou mais gente para a informalidade. Somente na última semana de setembro, o número de pessoas sem emprego formal cresceu de 33,6% para 34,2%.

Significa que o Brasil tem 83 milhões na formalidade e outros 90 milhões na informalidade, dos quais 40 milhões são miseráveis.

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