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Um filme com Darin

Crédito:  Sergio Baia

Juliana Paes contou à GENTE, com exclusividade, que fará um filme com o ídolo argentino Ricardo Darin: “Água dos Porcos”, com roteiro de Oscar Tebernise e direção de Roly Santos, ambos conterrâneos do ator. “Começaremos a filmar no meio do ano, será rodado na Argentina. Maravilhoso!”, diz. O primeiro semestre será dedicado a um outro “belo projeto”: o longa “Boca de Ouro”, baseado na obra de Nelson Rodrigues. “Logo após o carnaval, começaremos a filmá-lo sob a direção do Daniel Filho”, diz. E, enquanto 2018 não vem, ela segue divulgando o recém-lançado “Dona Flor e Seus Dois Maridos”. Diretor da primeira versão, rodada em 1976, Neville d’Almeida disse que Juliana “é um novo animal cinematográfico”. Acertou: a agenda dela, até agora, está toda voltada para a telona.

Dinheiro e desafeto

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A mulher mais bem paga da música em 2017, segundo a lista da Forbes, é Beyoncé: faturou cerca de US$ 105 milhões com o disco Lemonade e a turnê mundial Formation, além de mais uns trocados da grife Ivy Park, que vende sua moda pop. Mas nem todos estão felizes. O rapper Kanye West, por exemplo, está furioso porque a cantora trata Kim Kardashian, com quem ele é casado, de forma indiferente. “Beyoncé olha Kim como se fosse inferior, e isso deixa o Kanye com raiva”, disse um amigo do casal. Bom, ser a mais rica e também amada talvez seja esperar demais do destino.

Obra embaralhada

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Ele é famoso internacionalmente por fazer obras com materiais comestíveis. Agora, Vik Muniz se torna conhecido por misturar realidade e  representação em suas telas. A experiência está na exposição Handmade — que já esteve no Japão, Espanha e Estados Unidos, além de São Paulo, e desembarca com inéditos na Galeria Nara Roesler, no Rio, dia 30. O truque começa com a fotografia tirada de objetos e segue com uma técnica especial para retrabalhar a superfície da imagem com as mesmas peças. Assim, o artista consegue ludibriar o olho de forma a confundir o que é real com o imaginário. Ilusionismo? Pode ser. Muniz garante: “A diferença entre a obra e a imagem da obra quase não existe.”

Canto e raça

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Para quem gosta da atriz que canta lindamente no papel da Lurdinha na série Cidade Proibida, uma boa notícia: a intérprete Gabriela Dias se prepara para lançar um disco ano que vem. “Um single com músicas que escrevo”, afirma. Com apenas 18 anos, ela já coleciona prêmios, como o Troféu Raça Negra, recebido em 2015, e o Empregue Afro, no ano seguinte. Venezuelana, Gabriela é militante da causa negra, assim como sua mãe, a escritora Kenia Maria, ativista da ONU Mulheres.

Mallandramente

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Barak Obama no show de Sérgio Mallandro? “Tenho um amigo que está fazendo a ponte e há chances de ele ir. Adoraria vê-lo fazer glu glu yeah yeah!”, diz o artista, em estado de animação máxima com o stand up comedy Mallandramente que levará, mês que vem, aos Estados Unidos.  O espetáculo, que já foi testado em Portugal, marca os 35 anos de carreira do humorista e fã do ex-presidente americano. “Pretendo levar meu show, principalmente, para as comunidades brasileiras em diferentes cidades americanas”, afirma. Assim fica mais crível.

Nota 10 na dança

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Dançar funk, salsa e forró com as dores causadas por contratura muscular na coluna já seria um mérito. Mas chegar ao primeiro lugar da disputa Dança dos Famosos, no Programa do Faustão, apesar disso, é que é habilidade física. Foi o que aconteceu com a atriz e dançarina Maria Joana, que chega como favorita na reta final do famoso quadro global. “Dancei funk com dor!”, revela. A partir de agora, todos os concorrentes ficam com pontos zerados e em iguais condições — sem costelas danificadas.