Tucano Geraldo Alckmin é ‘bucha de canhão’ para o bilontra petista

Crédito: Ricardo Stuckert

Alckmin e Lula em jantar (Crédito: Ricardo Stuckert)


O segundo pior desastre da história recente do Brasil chama-se Dilma Rousseff, nossa eterna saudadora de mandioca. Sim, porque o primeiro é, sem qualquer sombra de dúvida, Jair Messias Bolsonaro, o verdugo do Planalto.

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Quem disse? Bem, os três últimos anos, ué. Não à toa, inclusive, o favoritismo do líder da quadrilha do petrolão. O patriarca do clã das rachadinhas é tão ruim, mas tão ruim, que reergueu, da profundeza do quinto dos infernos, o picareta petista.

Lula é, portanto, graças ao amigão do Queiroz, o provável próximo presidente da República, e poderá, assim, retomar sua carreira de político populista, mentiroso, corrupto, manipulador, egocêntrico e profundamente obcecado pelo poder.

DILMA ROUSSEFF

Se fosse minimamente justo – e sabemos que não é! -, o pai do Ronaldinho dos Negócios (eita, que os lulinhas vão entrar na grana outra vez) convidaria Dilma Rousseff, a gerentona eficaz, mãe do PAC, para ser sua candidata à vice-presidente.

O sapo barbudo convenceu os brasileiros que a amalucada ex-terrorista era mais do que preparada para o cargo. Pegou em sua mão, subiu em seus palanques, empenhou sua palavra (grande merda!!) e elegeu seu poste preferido.

Bem, o resto é história e todos conhecemos. Dilma atirou o Brasil em um triênio de recessão econômica, com inflação galopante e desemprego nas alturas. Parece o País de Bolsonaro? Sim. Com a vantagem de não ter empilhado 620 mil mortos.

ABANDONO DE INCAPAZ

Em seguida, ‘Dilminha, querida’ conheceu o fundo do poço político e foi apeada do poder. Pior. Foi abandonada pelos petistas, especialmente por Lula da Silva, seu criador, que a deixou sangrar até se tornar um zumbi, uma morta-viva, o que é até os dias de hoje.

Dilma foi incapaz e profundamente conivente com a corrupção, é verdade, mas em sua defesa encontra-se a realidade: não roubou, não enriqueceu, não acumulou sítios e tríplexes, não foi acusada de chefe de bando e nunca se fez de vítima inocente.

O ‘amigo do amigo de meu pai’ escolheu o tucano Geraldo Alckmin para vice. Sabe que um monte de trouxas irá lhe imaginar moderado e ‘centrista’ por causa disso. Mas tão logo vença a eleição, dará um chute na cloaca do Picolé de Chuchu, como deu em sua ‘querida’.


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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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