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Trump: ‘tenho o direito legal’ de intervir em questões judiciais

Trump: ‘tenho o direito legal’ de intervir em questões judiciais

(Arquivo) O presidente dos EUA, Donald Trump, com o procurador-geral Bill Barr na Casa Branca em Washington - AFP/Arquivos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou nesta sexta-feira (14) as críticas incomuns dirigidas pelo procurador-geral, Bill Barr, e reiterou que “tem o direito legal” de intervir em processos judiciais.

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Trump enfrenta críticas de seus oponentes democratas, que o acusam de tirar a independência do Departamento de Justiça para seu benefício próprio.

Na quinta-feira, o procurador-geral acusou Trump de dificultar o trabalho do Departamento de Justiça, afirmando que os tuítes do presidente tornaram “impossível” o cumprimento de sua missão.

Barr foi além e, em entrevista à ABC, afirmou que “é hora de parar de tuitar”.

Muitas vezes acusado de ser obediente ao presidente, Barr disse à emissora que Trump “nunca me pediu para fazer algo em um caso penal” específico.

Em um tuíte nesta sexta-feira, Trump citou as palavras de Barr e acrescentou: “Isso não significa que eu não tenha, como presidente, o direito legal de fazê-lo, eu o tenho, mas até agora decidi não fazer”.

As declarações do procurador-geral geraram controvérsia no momento em que foi convocado pelo Congresso para depor sobre as acusações de que ele decidiu – supostamente pressionado pelo presidente – desautorizar seus próprios promotores e solicitar uma sentença mais leve para o ex-assessor da campanha de Trump em 2016.

Trata-se do republicano Roger Stone, um ativista experiente que atuou como assessor de Trump. Stone foi condenado em novembro de 2019 por mentir ao Congresso, manipulando testemunhas e obstruindo a investigação da Câmara dos Representantes sobre se existiu conluio entre a campanha do então candidato republicano e a Rússia.

Quatro promotores envolvidos no caso renunciaram ao caso de Stone na terça-feira, depois que o Departamento de Justiça reverteu no último minuto a sentença proposta, de sete a nove anos de prisão.

A decisão do Departamento de Justiça veio depois que Trump postou uma crítica ao processo no Twitter. Na quarta-feira, o presidente comentou que Barr havia feito a coisa certa e o parabenizou em outro tuíte.

“Parabéns ao procurador-geral Bill Barr por assumir um caso que estava totalmente fora de controle”, escreveu Trump.

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