Comportamento

Trump indicará Amy Coney Barrett à Suprema Corte, segundo imprensa

Trump indicará Amy Coney Barrett à Suprema Corte, segundo imprensa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em evento no Cobb Galleria Center em 25 de setembro de 2020, em Atlanta - AFP

O presidente americano Donald Trump está prestes a nomear a juíza Amy Coney Barrett para a Suprema Corte para substituir a falecida juíza progressista Ruth Bader Ginsburg, informou a imprensa dos Estados Unidos nesta sexta-feira (25).

O presidente disse nesta semana que anunciaria seu candidato à mais alta corte do país no sábado. Segundo a imprensa, o nome indicado será o de Barrett, uma juíza conservadora de 48 anos.

Citando fontes republicanas de alto escalão próximas ao processo, uma série de veículos, incluindo o New York Times e a CNN, disseram que Trump indicará Barrett.

Isso inclinaria o Supremo ainda mais para a direita nas próximas décadas, depois de já ter nomeado dois outros juízes conservadores durante seu mandato.

Os opositores democratas, liderados pelo candidato à presidência, Joe Biden, exigem que os republicanos não confirmem o substituto de Ginsburg, falecida na semana passada, até depois das eleições de 3 de novembro, quando se saberá se Trump foi reeleito para o segundo mandato.

Os líderes da maioria republicana no Senado, que devem confirmar os indicados ao Tribunal, disseram ter apoio suficiente para realizar uma votação antes das eleições ou, no pior dos casos, durante a sessão entre as eleições e a posse do próximo presidente em 20 de janeiro.

“Certamente faremos neste ano”, ressaltou o líder republicano do Senado, Mitch McConnell.

Barrett, uma professora de Direito, foi nomeada para um tribunal pela primeira vez em 2017.

Em 2018, ela estava na lista de candidatos apresentada por Trump para a vaga na Suprema Corte para a aposentadoria do juiz Anthony Kennedy, que acabou sendo preenchida por Brett Kavanaugh após uma batalha feroz pela confirmação.

Barrett, católica praticante, mãe de sete filhos e com uma convicção pessoal contra o aborto, poderia impulsionar o eleitorado religioso conservador do qual Trump se apoiou fortemente quatro anos atrás.

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