WASHINGTON, 30 ABR (ANSA) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no Twitter que está “monitorando a situação na Venezuela muito de perto”. “Os Estados Unidos estão com o povo venezuelanos e sua liberdade”, disse.
Poucas horas depois, ele acusou tropas e milícias cubanas de apoiarem o regime de Nicolás Maduro militarmente e ameaçou impor “embargo completo” e “sanções do mais alto nível” contra o país caribenho. “Espero que os soldados cubanos voltem pronta e pacificamente para sua ilha.
Já o conselheiro da Casa Branca para Segurança Nacional, John Bolton, instou três dos principais representantes do Estado venezuelano a abandonarem Maduro: o ministro da Defesa Vladimir Padrino, o chefe da Guarda Presidencial Iván Hernández e o presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), Maikel Moreno.
“Seu tempo chegou. Essa é sua última chance. Aceitem a anistia oferecida pelo presidente interino Guaidó, protejam a Constituição, removam Maduro e tiraremos vocês de nossa lista de sanções. Fiquem com Maduro e afundem com o navio”, disse Bolton.
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