Economia

Trudeau ainda avalia viagem aos EUA para cúpula regional

Trudeau ainda avalia viagem aos EUA para cúpula regional

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, em coletiva de imprensa em Gatineau, no Québec, em 3 de julho de 2020 - AFP

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, afirmou nesta sexta-feira (3) que está relutante em viajar a Washington na próxima semana para a cúpula que marca a entrada em vigor do novo acordo comercial entre Canadá, EUA e México, em parte por preocupações com as possíveis tarifas americanas sobre o alumínio canadense.

“Ainda estamos conversando com os americanos sobre se haverá uma cúpula trilateral na próxima semana”, disse Trudeau, durante uma coletiva de imprensa.

“Obviamente, estamos preocupados com a questão das tarifas do alumínio e aço, que os americanos subiram recentemente”, ressaltou o chefe de governo canadense.

Outra fonte de preocupação é a “situação de saúde e sobre o coronavírus ainda atingir” os três países.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia no mundo, com mais de 2,7 milhões de casos e 128.000 mortes.

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O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, confirmou que se reunirá com Donald Trump na próxima semana, em Washington.

No início desta semana, Trudeau havia analisado rumores de que Trump poderia voltar a impor tarifas ao alumínio canadense.

Ele explicou que os Estados Unidos não têm capacidade de produção suficiente e, portanto, precisam de alumínio canadense para suas indústrias automotiva e de alta tecnologia.

Em 17 de junho, o representante do Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, alertou ao Congresso que o governo Trump estava preparado para agir “quantas vezes” fosse necessário para contestar possíveis violações ao novo acordo.

O novo acordo de livre comércio que liga Estados Unidos, Canadá e México entrou em vigor na última quarta, em um momento em que as fronteiras entre os três países estão parcialmente fechadas devido à pandemia da COVID-19.

O novo tratado substitui o Acordo de Livre Comércio da América do Norte, que é de 1994 e foi considerado obsoleto pelos três países.

Em junho de 2018, durante a renegociação do tratado, Trump não hesitou em impor tarifas punitivas ao alumínio canadense, assustando o seu aliado histórico.

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