Três militares americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos no âmbito da operação contra o Irã, anunciou o comando militar dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom) neste domingo (1º).
Estados Unidos e Israel lançaram bombardeios maciços contra a república islâmica do Irã e mataram seu líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, no sábado. Os ataques continuaram neste domingo.
“Três militares americanos morreram em combate e cinco estão gravemente feridos como parte da Operação Fúria Épica. Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e traumatismos cerebrais, e estão em processo de reincorporação ao serviço”, informou o Centcom.
“A situação é mutável, sendo assim, em respeito às famílias, reteremos qualquer informação adicional, inclusive a identidade dos guerreiros caídos em combate, até 24 horas depois de seus parentes terem sido informados”, acrescentou em um comunicado no X.
O presidente americano, Donald Trump, advertiu no sábado que eram esperadas baixas nas Forças Armadas americanas.
A primeira e breve reação de um alto funcionário americano foi do embaixador americano nas Nações Unidas, Mike Waltz.
“A liberdade nunca é grátis”, postou Waltz na rede X.
Hakeem Jeffries, líder dos democratas na Câmara de Representantes, sob controle do Partido Republicano de Trump, se disse “inconsolável” com as mortes.
“Não é necessário que morra nenhum herói americano a mais por uma decisão temerária de ir à guerra. O Congresso deve agir esta semana para frear este presidente”, afirmou.
As forças aéreas e navais americanas, juntamente com o exército israelense, estão bombardeando intensamente o Irã, e Trump disse que o objetivo é destruir a capacidade militar do país.
Em resposta, o Irã disparou mísseis contra alvos em Israel e instalações militares americanas em toda a região.
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