Comportamento

Três líderes pró-democracia da Tailândia hospitalizados

Três líderes pró-democracia da Tailândia hospitalizados

O ativista pró-democracia Panupong "Mike" Jadnok (C) levado para ambulância depois de chegar à delegacia de Prachachuen em Bangcoc, em 20 de outubro de 2020

Três líderes do movimento pró-democracia tailandês foram hospitalizados neste sábado, depois das cenas de caos registradas nas imediações de uma delegacia de Bangcoc.

Um tribunal ordenou na sexta-feira a libertação de Panupong “Mike” Jadnok, Panusaya “Rung” Sithijirawattanakul e Parit “Penguin” Chiwarak, detidos há algumas semanas por acusações de sedição, mas a polícia tentou interrogar o trio.

Há vários meses, os manifestantes pedem reformas sobre a monarquia da Tailândia e a renúncia do primeiro-ministro Prayut Chan-O-Cha, um ex-comandante militar que esteve por trás do golpe de Estado em 2014.

As manifestações lideradas pelos estudantes também pedem mudanças na Constituição, redigida pelos militares, e a renúncia do governo, suspeito de perseguir os opositores políticos.

Panupong parecia inconsciente quando foi levado para uma ambulância diante da delegacia, depois de ser transportado em uma viatura policial ao sair da prisão.

Um meio de comunicação local informou que ele desmaiou depois de ser “estrangulado” por policiais à paisana

Chirawak e Sithijirawattanakul se uniram a quase 300 simpatizantes diante da delegacia por várias horas, até a chegada da polícia de Ayutthaya, 80 km ao norte de Bangcoc para interrogar o trio neste sábado.

“As barras de ferro podem aprisionar as estrelas, mas não a luz das estrelas. No meu coração ainda tenho fé no povo. O vento da mudança, o vento da democracia chegou à Tailândia”, declarou Parit Chirawak à multidão.

Tosaporn Sererak, médico e ex-parlamentar, estava com os dois líderes quando foram levados em uma ambulância durante a madrugada.

“Depois do interrogatório, ‘Rung’ e ‘Penguin’ se sentiram fracos e foram enviados ao hospital, onde permanecerão por dois ou três dias”, explicou Tosaporn à AFP. Ele disse que Parit Chirawak tinha fragmentos vidro na pela devido a uma briga na viatura policial.

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