Economia

Transferências de renda e serviço gratuito são quase 60% da renda dos mais pobres

Quanto mais pobre a família, mais dependentes de transferências de renda e de aquisições não monetárias, ou seja, doações ou consumo de bens e serviços gratuitos, sem a existência de pagamento, como alimentos produzidos para o próprio consumo. Os rendimentos não monetários e as transferências representaram quase 60% dos valores recebidos pelas famílias de menor renda no País, segundo os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na faixa de renda familiar mensal de até dois salários mínimos, apenas 41% dos recursos vinham do rendimento de trabalho. Outros 28,8% eram originários das transferências (15,8% de aposentadorias e pensões do INSS e 7,7% de programas sociais federais, como o Bolsa Família); 28,2% eram recursos não monetários; 0,3%, de aluguéis; 0,6%, de outras rendas; e 1,1% se referia à variação patrimonial.

No outro extremo da faixa de renda, entre as famílias que recebiam mais de 25 salários mínimos mensais, 60% dos recursos vinham do rendimento de trabalho; 12,8% das transferências; 3,7% dos aluguéis; 0,2% de outras rendas; 7,9% eram não monetários; e 15,3% eram referentes à variação patrimonial (como saques da poupança, recebimento de herança e vendas de imóveis).

O valor médio recebido pelas famílias, relativo ao rendimento mensal e à variação patrimonial, foi de R$ 5.426,70 em 2018. A maior participação era do rendimento de trabalho (R$ 3.118,66), o equivalente a 57,5% do total. A segunda maior participação era das transferências (19,5%), sendo 55,0% proveniente das aposentadorias e pensões do INSS e apenas 5,4% dos programas sociais federais. Outros 14,5% do que as famílias recebiam foi era monetário, foram as aquisições sem necessidade de pagamento.

Nas áreas urbanas, o rendimento de trabalho correspondia a 58,4% do valor recebido, as transferências representavam 19,0%, e os rendimentos não monetários eram 14,2%. Nas áreas rurais, o rendimento de trabalho correspondia a uma fatia de 46,8% do total recebido, as transferências somavam 25,3%, e os rendimentos não monetários significavam 18,3%.


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O maior valor médio recebido pelas famílias foi o da região Centro-Oeste (R$ 6.772,86), correspondente a 124,8% da média nacional e, no Sudeste (R$ 6.391,29), equivalente a 117,8%.

No Nordeste (R$ 3.557,98) e Norte (R$ 3.647,70), os valores corresponderam a 65,6% e 67,2% da média nacional, respectivamente.

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