Cultura

Timbres e texturas na terra do indie paulistano

Entre timbres, texturas, camadas e produções das suas músicas situadas no rock alternativo e sem letras, a banda paulistana E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, há cinco anos na estrada, lança nesta sexta-feira, 14, seu primeiro disco, Fundação. Na próxima quinta, dia 20, eles lançam o álbum em show na Comedoria do Sesc Pompeia.

Criada no terreno do pós-rock de Explosions in the Sky, Mogwai e Tortoise, e trilhando no Brasil o caminho do Hurtmold (e também em paralelo aos potiguares do Mahmed), a banda busca nos novos sons maior experimentação eletrônica e mais liberdade dos sintetizadores, sem deixar de lado o trio guitarra-baixo-bateria que fundamenta as canções.

A maior parte de Fundação foi gravada no estúdio que Lucas Theodoro (guitarra, synth, programações) montou em sua casa na Lapa, em SP. “O processo conjunto no estúdio tornou as músicas mais diretas”, explica. “Antes a gente se pautava em construir introdução com guitarras e acrescentar elementos aos poucos. Agora é diferente.” Para Luccas Villela (baixo e guitarra), há uma maturidade no trabalho sutil e mais concentrado em camadas do que no “preenchimento” das canções.

Um dos fundadores da banda, o baterista Rafael Jonke diz que o grupo sempre pensou em si mesmo como algo integrado à cena independente do rock alternativo – e não segregado como instrumental. “Estar fora de casa causa alguma coisa em você mesmo”, conta sobre as turnês. “Tocar em lugares diferentes, e passando por situações difíceis, mas também boas, isso fez as músicas da forma que elas saíram.”

Fundada em 2013 na capital paulista por Jonke e pelo amigo de infância Luden Viana (guitarra e synth), o grupo se consolidou no circuito de festivais indie nacional – recentemente, eles ainda abriram o show do Slowdive em São Paulo.

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Em cinco anos, foram dois EPs e um compacto, esquema que funcionou até agora. “Foi uma estratégia para conseguir depositar menos tempo e dinheiro nas composições. É muito dispendioso gravar.” Mas chegou o momento do disco.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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