Esportes

Tifanny manifesta apoio a Tandara após punição por doping

Jogadora que é crítica à presença de atletas trans no vôlei feminino, recebeu o apoio de Tifanny após ter suspensão de quatro anos de doping  divulgada

Tifanny manifesta apoio a Tandara após punição por doping

durante o primeiro ano de Tifanny na Superliga feminina

Tifanny, ponteira do Osasco, declarou apoio a Tandara jogadora da seleção brasileira de vôlei ter pego uma punição de quatro anos por conta de um caso de doping, em exame feito em julho do ano passado. A atleta é a primeira trans a jogar na Superliga feminina.


+ Voltz lança triciclo elétrico voltado a entregas; conheça o Miles
+ Britney Spears posa nua em sua mansão e provoca fãs
+ FGTS: Saque de R$ 1.000 pode ser barrado mesmo com saldo; saiba em quais condições
+ Casamento de Lula: festa milionária ridades e luxo>
+ ‘Horripilante’, diz mulher após pagar R$ 1,7 mil em procedimento para sobrancelha


– Força amiga, eu acredito em você – escreveu Tifanny. .

Tyfanny

Jogadora manifestou seu apoio a Tandara – Foto: Reprodução/Instagram

No primeiro ano de Tifanny na Superliga feminina, em 2018, Tandara afirmou não concordar com a presença da jogadora na competição. Naquela temporada, as duas jogadoras disputavam o posto de maiores pontuadoras da liga. Tandara dizia respeitar, mas não concordar com o fato delas jogarem o mesmo campeonato.

Em julho de 2021, Tandara voltou a falar de Tiffany. Em uma entrevista ao podcast “Oz Pod”, a campeã olímpica reforçou que não achava justa a participação de mulheres trans no vôlei feminino, apesar de respeitar a decisão da Confederação Brasileira de Vôlei de liberar tal participação.

Em resposta as afirmações de Tandara, Tiffany mostrou não guardar ressentimentos, e ressaltou que a campeã olímpica errou nas escolha das palavras.

Depois de oito horas de julgamento nesta última segunda-feira (23), o Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem, a jogadora Tandara Caixeta foi condenada, de maneira unânime, por doping, pelo uso de Ostarina, e está suspensa por quatro anos, pena máxima do esporte. A atleta ainda tem direito de recorrer à Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça.

Nas redes sociais, a jogadora se manifestou sobre o caso:

– Eu sempre fui movida a desafios e enfrentei muitas situações adversas durante a minha vida. Nunca me pronunciei abertamente sobre o caso do doping porque estava determinada a provar minha inocência, e ainda estou. – afirmou nas redes sociais.

– Apesar de termos provas mais do que suficientes que mostram que fui contaminada, tive uma condenação injusta, desproporcional e precedida de um estranho vazamento de um processo que deveria ser sigiloso. Vamos recorrer ao Plenário para que a justiça seja, de fato, reestabelecida. Respeito, mas não concordo com essa decisão de hoje. Lutarei, como sempre fiz, para provar minha inocência – completou.