Cultura

‘The Crown’ e ‘Ted Lasso’ levam primeiros prêmios na volta do Emmy presencial

‘The Crown’ e ‘Ted Lasso’ levam primeiros prêmios na volta do Emmy presencial

A cerimônia de hoje será a primeira presencial do Emmy em dois anos, na qual a Netflix se prepara para conquistar o prêmio principal - AFP/Arquivos


As séries “The Crown” e “Ted Lasso” levaram os primeiros prêmios Emmy neste domingo (19) no início da primeira cerimônia presencial em dois anos, que reuniu importantes astros da televisão em Los Angeles.

“The Crown”, saga da realeza britânica da Netflix elogiada pela crítica, disputará o prêmio de melhor série dramática com “The Mandalorian”, do universo “Star Wars”. Por enquanto, começou bem, conquistando prêmios em várias categorias.

Gillian Anderson ficou com a estatueta de melhor atriz coadjuvante em série dramática pela impactante interpretação da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

Tobias Menzies também levou o Emmy de melhor ator coadjuvante em série dramática pelo papel do príncipe Philip de Edimburgo.

“The Crown” também ficou com os prêmios de melhor roteirista de série dramática (Peter Morgan) e de melhor diretor em série dramática (Jessica Hobbs).

Apesar de ter revolucionado o mundo da televisão desde seu lançamento, em 2007, a Netflix, líder do streaming, nunca levou um Emmy de melhor série dramática, comédia ou minissérie.

“Com ‘The Crown’ parece que finalmente chegou a hora. Será a primeira grande vitória de uma série para a Netflix”, antecipou à AFP Clayton Davis, editor de prêmios da revista Variety.

– Tapete vermelho –

Os convidados brilharam no tapete vermelho, especialmente simbólico depois de dois anos de ausência pelas restrições para conter a pandemia do coronavírus.

No ano passado, a cerimônia, realizada antes de haver vacinas contra a covid-19, foi totalmente virtual.

Desta vez, cerca de 500 convidados se reuniram em um auditório aberto, seguindo protocolos sanitários por causa da pandemia. No entanto, os produtores do evento prometeram oferecer uma “festa divertida e luxuosa”.

Os indicados para melhor ator de série dramática Josh O. Connor (“The Crown”) e Billy Porter (“Pose”) foram os primeiros a posar para os fotógrafos.



Porter vestia terno preto com mangas volumosas. “É o glamour de Hollywood. Tomei uma decisão com ‘Pose’ e finalmente estou tendo uma plataforma no cinema e na TV para usar estes tapetes vermelhos para expressar minha criatividade de outra forma”, disse.

O excêntrico intérprete fez história ao se tornar em 2019 o primeiro homem negro e gay a levar o Emmy de melhor ator de série dramática. Mj Rodriguez, sua coestrela em “Pose” – que também disputa o prêmio de melhor série dramática – pode fazer história novamente esta noite. Indicada para o Emmy de melhor atriz, ela poderá se tornar a primeira mulher trans a conquistar a estatueta.

Michael Douglas e Paul Reiser (O Método Kominsky) posaram juntos no tapete vermelho.

Os rappers LL Cool J e Lil Dicky, e a atriz Rita Wilson comandaram um número musical para abrir a cerimônia e cantaram, junto com outras estrelas, uma versão de “Just A Friend”, do falecido rapper Biz Markie, fazendo rimas com os programas indicados da noite.

Em uma alteração da ordem habitual, o cada vez mais prestigioso prêmio de melhor minissérie será o último da cerimônia desta noite.

– Noite do streaming –

Além da série sobre a família real britânica, que em sua quarta temporada revisita o conturbado casamento da princesa Diana e do príncipe Charles, a Netflix compete com a superpopular “O Gambito da Rainha”.

Com Anya Taylor-Joy no papel de uma jovem enxadrista prodigiosa, mas problemática, o programa fez dispararem as vendas de tabuleiros de xadrez no mundo e é considerado o favorito ao prêmio de minisséries, aquelas que têm apenas uma temporada.

Se vencer com outros indicados, como a série de época “Bridgerton” e o documentário sobre a natureza “David Attenborough: A Life on our Planet”, além de outros 34 Emmys que já faturou nas categorias técnicas anunciadas antes da cerimônia, a Netflix poderia bater um recorde.

Mas, se alguém pode azedar a festa da Netflix é a Disney+, que com apenas dois anos no mundo do streaming levou à competição personagens amados dos universos “Star Wars” e os filmes da Marvel.

Baby Yoda e um digitalmente rejuvenescido Luke Skywalker ajudaram “The Mandalorian” a se catapultar nas indicações ao lado da série dramática rival “The Crown”.

O fenômeno da Apple TV+ “Ted Lasso” é o grande favorito na categoria comédia, e já rendeu o prêmio de melhor ator a Jason Sudeikis no papel de um treinador de futebol americano que precisa assumir o comando de um time de futebol.

Hanna Waddingham e Brett Goldstein, ambos de “Ted Lasso”, levaram os primeiros prêmios da noite como melhor e ator coadjuvante.

O outro competidor na categoria série dramática é “Pose”, que explora a cena cultural LGBTQ+ de Nova York nos anos 1980 e se destaca com uma deslumbrante campanha sobre sua temporada final.

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