Terremoto na Indonésia: 500 italianos estão na ilha de Flores

A Farnesina confirma a presença de cidadãos na região atingida por tremor de 7,7 graus, que deixou 47 mortos

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Um terremoto de magnitude 7,7 na escala Richter atingiu neste sábado (15) a ilha de Flores, na Indonésia, deixando ao menos 47 mortos. A Farnesina, Ministério das Relações Exteriores da Itália, confirmou a presença de cerca de 500 cidadãos italianos na região e de um total de 5 mil no arquipélago, informando que, até o momento, não há relatos de vítimas entre eles

  • A ilha de Flores, na Indonésia, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,7 que causou a morte de 47 pessoas.
  • Cerca de 500 italianos estão em Flores e não há, até o momento, registro de vítimas entre os cidadãos do país europeu.
  • A Embaixada da Itália e a Unidade de Crise intensificaram as operações para prestar assistência aos italianos na região afetada.

A Embaixada e a Unidade de Crise do Ministério das Relações Exteriores de Roma estão trabalhando para verificar a situação dos cidadãos italianos na região. Um comunicado oficial afirmou que “não há relatos de italianos entre as vítimas” e que a unidade de crise “intensificou as operações para garantir assistência aos cidadãos italianos e intervir em quaisquer situações críticas”.

Qual a situação dos turistas após o terremoto?

Francesco Geminiani, um empresário bolonhês que fazia turismo na ilha de Flores, relatou que a “atividade sísmica continua ocorrendo” na região. Ele e outras 12 pessoas de Bolonha estavam em um barco no arquipélago de Komodo no momento do sismo. Após um alerta de tsunami comunicado pelos guias, todos se dirigiram à costa da vila mais próxima.

De lá, pegaram um veículo que os levou a um local mais elevado, seguindo para um hotel em Labuan Bajo, no oeste da ilha, recomendado pela Embaixada da Itália. O alojamento anterior de Geminiani sofreu deteriorações devido ao terremoto. O empresário declarou que passaria a noite em alerta, monitorando a situação, e esperava retornar para a Itália ainda no domingo (16).

Da IstoÉ com ANSA