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Terceiro vereador mais votado no Rio, PM youtuber coleciona polêmicas

Crédito: Reprodução/ Instagram

O candidato a vereador pelo Rio de Janeiro (RJ) Gabriel Monteiro (PSD) foi eleito com 60.326 votos. O youtuber e policial militar, de 26 anos, foi o terceiro mais votado na capital carioca. Famoso pelas acusações de corrupção que fez à corporação, Gabriel ganhou repercussão nas redes sociais em 2018 após publicar um vídeo em que negava receber propina para soltar um gerente do tráfico da favela Pavão-Pavãozinho. As informações são do jornal Extra.

Em agosto deste ano, ele chegou a ser expulso da PM por deserção, mas foi reintegrado à corporação na mesma semana. Na época, o youtuber alegou que estava de licença médica. No entanto, a PM afirma que “o documento não foi apresentado pelo policial militar ao comando do 34º BPM”.

Ainda neste ano, em março, o youtuber teve o porte de arma suspenso por conta de outro processo administrativo disciplinar na corporação. Ele estava afastado das ruas, após se envolver em polêmica com o ex-comandante-geral da polícia Ibis Silva Pereira.

O soldado foi alvo de um sindicância da corporação por tratar o coronel Ibis “de forma desrespeitosa, em pelo menos duas ocasiões”, no local de trabalho dele, “oficial superior da reserva remunerada”, tendo inclusive filmado-o “sem autorização”.

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Conforme consta no processo, Gabriel teria se passado por estudante para conversar com o ex-comandante na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), local onde o policial reformado trabalha. Ao atender o soldado, Ibis percebeu que Gabriel pretendia gravar um vídeo para o seu canal, no qual ele questionou algumas ações do coronel. A gravação foi divulgada na internet, mesmo sem permissão do oficial.

De acordo com o jornal Extra, ao todo Gabriel cometeu 16 transgressões disciplinares durante a carreira de policial militar. Por 14 delas, o soldado recebeu penalidades que somam 33 dias de detenção.

No entanto, Gabriel nega que tenha ficado detido administrativamente durante sua carreira. “Nunca cumpri detenção. Isso é mentira”, afirmou ao Extra. O candidato eleito disse ainda que desconhece a maioria das transgressões disciplinares que constam em sua ficha.

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