Esportes

Técnico nega racha no Guarani e diz ver pressão de ‘maneira natural’

O técnico Ricardo Catalá está pressionado, assim como todo o time do Guarani, que abre a zona de rebaixamento na Série B do Campeonato Brasileiro. Mesmo sem vencer há dois jogos, o comandante garantiu que não há “racha” no elenco e que todos estão concentrados em tirar o time da atual situação.

“Eu, sinceramente, não vejo isso. O grupo é bom, os jogadores são corretos, honestos, decentes. O ambiente no vestiário é de camaradagem, respeito e parceria. O objetivo nosso é vencer partidas, que eu tenho certeza que as vitórias de certa forma deixam de dar importância e espaço para esse tipo de situação”, disse o treinador.

Derrotado pelo Confiança, por 1 a 0, o time campineiro parou nos oito pontos e, neste sábado, fará confronto direto diante do Figueirense às 11 horas, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC), pela 11ª rodada.

“Eu lido de maneira muito natural. A pressão é inerente ao futebol. Quando você vem para uma equipe do tamanho do Guarani, você sabe que existe cobrança. Agora o que eu penso é que a única forma de reverter a situação, e aí a gente pega uma herança do que havia acontecido, é trabalhando. Então a única forma de reverter é melhorando a equipe nos treinamentos. Ninguém melhora a equipe no grito, ninguém melhora a equipe sem um trabalho qualificado”, explicou.

Para esta partida, Catalá não poderá contra com o meia Lucas Crispim e com o atacante Júnior Todinho que ainda não foram liberados pelo departamento médico. Já o volante Deivid cumprirá suspensão. Bruno Sávio e Rafael Costa deverão substituir os dois primeiros, enquanto Marcelo entrará no meio-campo. A expectativa fica por conta da regularização do lateral-esquerdo Erick Daltro.

“A ideia é qualificar o trabalho, melhorar a equipe no dia a dia, para que ela jogue melhor, para que jogando melhor, ela crie mais oportunidades, para que ela vença mais partidas. E aí a mudança na tabela vem com o passar do tempo. Então o que eu tenho dito para os jogadores é que nós temos que pensar jogo a jogo, vitória por vitória. Se a gente ficar olhando muito para a tabela, a gente desvia o foco do que vai mudar a nossa situação, que é o trabalho”, finalizou Catalá.

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