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“Suzane – Assassina e Manipuladora”: as revelações de Richthofen em livro

Crédito: Reprodução/ Record TV

Suzane Von Richthofen deixou a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Palletir (Crédito: Reprodução/ Record TV)

Há quase 18 anos o caso envolvendo a família Richthofen ganhou destaque em todo o País. Suzane, com 18 anos até então, matou os pais, Marísia e Manfred, junto com o namorado e o cunhado, conhecidos como os irmãos Cravinho.

Hoje, Suzane permanece presa cumprindo seu regime de 39 anos e seis meses de prisão, sem direito ao regime aberto, uma vez que não consegue convencer juízes e psiquiatras de que se arrependeu do crime e não voltará a matar outras pessoas.

Mas a história de Suzane ganha um novo capítulo a partir desta sexta-feira (17) quando o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, escrito pelo jornalista Ullises Campbell, chega às livrarias de todo o Brasil.

Em entrevista ao UOL, Ulisses contou detalhes sobre a obra. De acordo com o jornalista, Suzane ganha um salário mínimo trabalhando na cadeia como coordenadora da oficina de costura. Ela tem ainda, segundo ele, R$ 120 mil pagos por Gugu para dar-lhe uma entrevista e um apartamento avaliado em R$ 1 milhão deixado pela avó paterna – depois do crime.

“Ela continua se cercando de pessoas violentas. Além da pedófila [Suzane está casada com o irmão de um presa sentenciada a 29 anos porque junto com o marido e o amante estupraram suas duas irmãs gêmeas de três anos] e da mulher que matou o enteado, ela namorou uma homossexual conhecida como Sandrão, que sequestrou e matou o filho de uma amiga. Sandrão já tinha se relacionado com Elize Matsunaga, do caso Yoki, que esquartejou o marido”, disse Campbell em entrevista ao UOL.

O jornalista também revelou detalhes sobre os testes de violências pelo qual Suzane é submetida. “Quando perguntada se sente remorso, ela diz que sim. Mas o motivo do suposto arrependimento entrega sua mente conturbada. Ela diz: “perdi a melhor fase da minha vida na cadeia. Eu podia ter estudado, ter uma profissão, construído uma vida”. Suzane computa os assassinatos como um prejuízo pessoal. E em um dos testes, tentou seduzir o psicólogo. Em outro, foi pega numa fraude”.

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