Esportes

STJD pune dirigente do Vasco por incidente com Gabriel, do Flamengo

O gerente de futebol do Vasco, André Souza, foi suspenso por 15 dias nesta segunda-feira, em julgamento realizado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Denunciado por agressão contra o atacante Gabriel, no clássico com o Flamengo, dia 13 de novembro, o dirigente teve a conduta desclassificada para antidesportiva e foi punido com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

No mesmo processo, Paulo Pelaipe, gerente do Flamengo, o vascaíno Ricardo Graça e o flamenguista Pablo Marí foram advertidos. Rafinha e Felippe Bastos, assim como os dois clubes, foram absolvidos. A decisão cabe recurso.

Presente no julgamento, André Souza se defendeu. O gerente explicou que entrou no campo para afastar os jogadores do Vasco da confusão com os flamenguistas e, ao ser provocado por Gabriel, revidou. “O Gabriel conversa numa forma amistosa e em seguida parte para ironias. Passo a mão na cabeça dele e falo vai pra lá. Num determinado momento ele começa a ofender e, nesse momento, vou de encontro a ele para encerrar a situação e encosto muito mais na garrafa do que nele”, afirmou.

“Se houvesse alguma agressão ele (Gabriel) iria fazer algum gesto. Me arrependo de estar ali, mas no ímpeto do jogo de sermos ofendidos da forma como fomos acabei encostando de uma forma mal interpretada pelas pessoas”, completou.

O advogado do Vasco, Paulo Rubens Máximo, criticou o comportamento de Gabriel para defender o gerente do clube. “A conduta eu posso dizer que é justificável pela forma como o atleta Gabriel Barbosa trata os adversários e as torcidas. O que o André teve foi uma reação, mas que não beira nem perto a agressão física. O contato houve, mas não se caracteriza o artigo 254-A e sim o 258 por uma atitude antidesportiva.”

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Relator do processo, o auditor João Riche atendeu ao pedido do Vasco, desclassificou a conduta do gerente do Vasco para o artigo 258 e aplicou punição de 15 dias. O auditor Douglas Blaichman divergiu do relator e pediu 30 dias de suspensão, assim como o auditor Rafael Feitosa, que aplicou 45 dias de gancho. Por fim, o presidente em exercício, Alexandre Magno, acompanhou o relator.

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