Seja digno, Bolsonaro, peça desculpas e reconheça que errou

Crédito: Reprodução/ Facebook

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Bolsonaro vive alegando, em defesa de sua incompetência, negacionismo e profunda ignorância, que o STF o impediu de atuar no combate ao novo coronavírus. Bobagem. Mais que isso: mentira. O Supremo nunca proibiu nada, apenas reconheceu – conforme manda a lei – que prefeitos e governadores têm autonomia sobre seus municípios e estados. Em suma, caso haja conflito entre as esferas municipal, estadual e federal, “cada macaco no seu galho”.

O maníaco da cloroquina, caso declarado soberano como administrador das ações contra a pandemia, teria protagonizado um desastre ainda maior, e pior, do que assistimos hoje em Manaus, onde centenas de pessoas já perderam as vidas por falta de oxigênio. Bolsonaro teria inundado o País, de norte a sul, com vergonhosos saquinhos plásticos de “tratamento precoce”, algo tão útil, eficaz e verdadeiro quanto suas falas alopradas sobre o vírus.

Para a nossa sorte, os ministros da mais alta Corte de Justiça do Brasil reconheceram a autonomia dos executivos municipal e estadual. São eles, aqui e ali, como podem e diante de enormes dificuldades, desde a falta de recursos às próprias limitações pessoais, que tentam salvar o maior número possível de vidas (ainda que nem todos, e me refiro àqueles corruptos e aproveitadores, estejam imbuídos deste espírito), ao contrário do que faz o governo federal.

Se não fosse o governador de São Paulo, João Doria – goste você dele ou não – hoje não teríamos qualquer vacina, pois o psicopata genocida que (des)governa o Brasil, e seu general bibelô ainda não conseguiram comprar nem uma gota de imunizantes. É graças ao “calça apertada” que milhões de brasileiros dos grupos de risco começam a ter mais chances de vida, enquanto o déspota do Planalto tenta, agora, confiscar aquilo que sempre desdenhou.

Não se esqueçam, jamais!, que o tirano amigo de milicianos foi contra a CoronaVac desde o princípio. Não por convicção ideológica e preocupação com a saúde e segurança dos brasileiros, mas, exclusivamente, por interesses políticos mesquinhos, tão próprios a quem não se importa com a morte de milhares, desde que seu poder – e a impunidade dos seus filhos – esteja garantido. Bolsonaro não difere, em nada, dos piores facínoras da história humana.


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Parabéns e muito obrigado, governador João Doria. Não me simpatizo com o senhor nem tampouco o tenho entre minhas intenções de voto. Mas não reconhecer sua competência em fazer o que o Capitão aloprado até hoje não conseguiu, não seria apenas desonesto, mas injusto e ingrato. Tenho muitos defeitos, mas desonestidade, injustiça e ingratidão não estão entre eles.

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