O secretário particular de rei Charles III, Clive Alderton, anunciou sua aposentadoria para 2027, quando completará 60 anos. O diplomata de carreira, que serve à Coroa há quase duas décadas, era considerado uma figura central na estrutura burocrática da monarquia britânica. A notícia, que ganhou destaque na imprensa do Reino Unido, levanta questões sobre seu papel nas tensões familiares.
O que aconteceu
- Aposentadoria de Clive Alderton, secretário particular do rei Charles III, está prevista para 2027, aos 60 anos.
- A saída do diplomata coincide com especulações sobre a aceleração da reconciliação entre Charles e seu filho, o príncipe Harry.
- Alderton era considerado um dos “homens de cinza” que, segundo Harry em seu livro “Spare”, minavam a família Windsor.
A informação da aposentadoria de Alderton ganhou destaque na imprensa britânica. Alguns veículos ressaltaram que o diplomata, que atua desde o início dos anos 2000 e serviu como secretário particular do monarca quando este era príncipe de Gales e herdeiro ao trono, era malvisto por Príncipe Harry, filho caçula de Charles III e da falecida Diana.
Embora nunca tenha sido citado nominalmente, o secretário é tido como o principal alvo das críticas sobre as maquinações que minaram a família Windsor, conforme relatado por Harry em seu livro “Spare”, ao se referir aos enigmáticos “homens de cinza” da estrutura burocrática da corte.
A saída de Alderton impulsiona a reaproximação real?
Como alguns tabloides observaram, a saída de Alderton do cargo coincide com sinais de que o processo de reconciliação entre Charles e Harry possa se acelerar. Essa percepção surge após o recente encontro do Duque de Sussex com seu pai durante uma visita ao Reino Unido, acompanhado de sua esposa, Meghan, e seus filhos Archie e Lilibet.
Esse passo poderia abrir caminho para viagens mais frequentes do príncipe e de sua família americana a Londres. Diversas reportagens sugerem também que o monarca renovou a oferta para que seu caçula se hospede em um apartamento no Palácio de Buckingham durante futuras visitas ao país.
Próximos passos e a busca por um sucessor
De qualquer forma, rei Charles III e a rainha consorte Camilla enviaram uma mensagem calorosa de agradecimento a Alderton por seus anos de “serviço incansável”. A monarquia britânica agora observa que os candidatos à sucessão passarão por uma avaliação rigorosa nos próximos meses. Durante esse período, Sir Clive permanecerá no cargo para garantir uma transição tranquila, segundo informou a ANSA.