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Sardenha exigirá testes rápidos para quem entrar na ilha


CAGLIARI, 3 MAR (ANSA) – A região da Sardenha, no sul da Itália, começará a exigir testes rápidos para detectar a Covid-19 de todos os cidadãos que ingressarem na ilha para comprovar que os visitantes não estão infectados com o novo coronavírus Sars-CoV-2.   

“A partir da próxima semana vamos começar a testar quem entra na Sardenha”, anunciou o governador Christian Solinas em entrevista à Rai Rádio Uno.   

A medida foi tomada após a ilha da Sardenha se tornar a primeira das 20 regiões italianas a progredir para a “faixa branca” no sistema de cores imposto pelo governo nacional, que determina as regras restritivas de acordo com a situação epidemiológica.   

Nesta classificação é permitida a reabertura de academias e toque de recolher noturno a partir das 23h30, e não das 22h, como no restante do país.   

Os testes rápidos serão realizados a todos que desembarcarem na ilha, a partir da próxima segunda-feira (8) e, caso o resultado seja negativo, o turista poderá entrar na região normalmente. Já se o exame for positivo, todos os protocolos sanitários exigidos serão acionados.   


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Segundo Solinas, a medida é necessária “em defesa da saúde pública”, principalmente porque, tendo em vista a chegada do verão, está previsto trazer para a Sardenha apenas quem tiver vacinado contra a Covid-19 ou quem tiver um certificado de negatividade do vírus.   

Durante a entrevista, o governador da ilha ressaltou também que a exigência dos exames pode ter um impacto positivo em termos de reservas, já que o território é um dos poucos na faixa branca em toda a Europa.   

“Por isso, só para garantir uma época segura, estamos insistindo em ter a possibilidade de investir em uma campanha massiva de vacinação”, acrescentou Solinas.   

Até agora, o governo local ativou mais de 50 pontos de aplicação da vacina anti-Covid para garantir a imunização de toda a população entre 30 e 45 dias. Desta forma, o desejo de Solinas é ver a Sardenha ser “a primeira ilha deste tamanho totalmente imunizada”.   

No ano passado, a ilha chegou a provocar polêmica com o governo nacional por decretar medidas unilaterais, incluindo um projeto para exigir um “passaporte sanitário” para comprovar que os turistas que visitarem a ilha não estão contaminados. Na época, a medida foi duramente criticada e considerada “inconstitucional” pelo governo liderado por Giuseppe Conte.   

A Sardenha é uma das regiões menos atingidas pela pandemia na Itália, com 41.407 casos, de um total de 2.976.274 registrados em todo o país. A ilha também soma 1.173 mortes, enquanto a Itália inteira tem 98.635. (ANSA)

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