São Paulo já teve 10 renúncias de presidente e pode ter seu 1º destituído em impeachment

O São Paulo pode ter seu primeiro presidente destituído em impeachment na história nesta sexta-feira, 16, quando a votação pela saída de Julio Casares será realizada a partir das 18h30 (de Brasília). Antes disso, o clube já passou por 10 renúncias de mandatário.

A primeira delas ocorreu em março de 1935, onde João Baptista da Cunha Bueno, apenas o segundo presidente da equipe paulista, deixou o cargo que ocupava depois de oito meses.

Já a última renúncia aconteceu em outubro de 2015, quando Carlos Miguel Cástex Aidar saiu da presidência por conta de diversas acusações de corrupção da sua gestão.

O único mandatário que renunciou duas vezes foi Paulo Machado de Carvalho, ex-empresário que dá nome ao Estádio do Pacaembu. Após sair da função de presidente em novembro de 1940, ele retornou ao cargo no final de 1946 e saiu novamente em setembro de 1947.

Após a renúncia de Aidar, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidiu o São Paulo de 2015 a 2020. Ele antecedeu a chegada de Julio Casares, que se encontra na presidência desde 1º de janeiro de 2021.

Depois da derrota para o Mirassol na estreia, o clube da capital retorna aos gramados nesta quinta-feira, 15, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. Às 21h45 (de Brasília), o time recebe o São Bernardo no MorumBis.

CONFIRA TODAS AS RENÚNCIAS DE PRESIDENTE DO SÃO PAULO NA HISTÓRIA:

João Baptista da Cunha Bueno – 1935

Manoel do Carmo Mecca – 1936

Frederico Antônio Germano Menzen – 1938

Cid Mattos Vianna – 1938

Piragibe Nogueira – 1940

Paulo Machado de Carvalho – 1940

Décio Pacheco Pedroso – 1946

Roberto Gomes Pedroza – 1946

Paulo Machado de Carvalho – 1947 (segunda renúncia)

Carlos Miguel Cástex Aidar – 2015