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Rússia sugere conferência sobre conflito israelo-palestino, EUA promete mudança de posição

Rússia sugere conferência sobre conflito israelo-palestino, EUA promete mudança de posição

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, participa de uma coletiva de imprensa conjunta com seu homólogo iraniano após negociações em Moscou em 26 de janeiro de 2021. - RUSSIAN FOREIGN MINISTRY/AFP

A Rússia propôs à ONU nesta terça-feira (26) uma conferência ministerial internacional na primavera ou verão boreal para tratar do conflito israelo-palestino, enquanto os Estados Unidos prometeram reativar as relações com os palestinos.

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, lembrou que Moscou aprovou desde o início o pedido feito em setembro pelo presidente palestino Mahmoud Abbas de realizar uma conferência internacional no começo de 2021 para “iniciar um processo de paz” e falou sobre quem seriam os participantes, durante uma videoconferência do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio.

“Propomos considerar na primavera-verão de 2021 a realização de uma conferência ministerial internacional na qual a Rússia, os Estados Unidos, as Nações Unidas e a União Europeia participem como membros do Quarteto (órgão de mediação no Oriente Médio), além de Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, e claro Israel e Palestina”, disse.

Lavrov mencionou que para a Rússia “também seria importante convidar a Arábia Saudita, que está na origem da iniciativa de paz árabe”.

Sem dar uma data ou local precisos para tal conferência, o ministro russo disse que “esta reunião pode ser uma plataforma para fazer uma análise completa da situação e ajudar no diálogo entre os países”.


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Ele acrescentou que a Rússia também está “pronta para organizar uma reunião de alto nível em Moscou entre Israel e a Palestina”.

Entre as intervenções, a China manifestou apoio à iniciativa russa de uma conferência internacional, pouco mencionada pelos demais membros do Conselho.

Já o embaixador interino dos Estados Unidos na ONU, Richard Mills, garantiu que a administração do democrata Joe Biden “restaurará um compromisso de confiança dos Estados Unidos com os palestinos e israelenses”.

Na última Assembleia Geral Anual da ONU, Mahmoud Abbas, que rejeitou um plano de paz do ex-presidente Donald Trump considerado injusto, destacou que a solução para o conflito israelo-palestino deve ser alcançada “com base no direito internacional” e nos parâmetros acordados pela comunidade internacional.

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