Prestes a completar 50 anos de idade, Rodrigo Santoro está “cheio de energia e de projetos”. O ator esteve presente no Festival de Cinema de Gramado 2025 no sábado, 16, onde conversou com a IstoÉ Gente e refletiu sobre o que viveu até aqui.
“Estão fazendo bastante paralelo, porque eu completo 50 anos na semana que vem e o 50 é um marco. É um tabu, uma coisa tão simbólica… Eu me sinto ótimo, cheio de energia, cheio de projetos, possibilidades. Acabamos de ter uma filha”, contou o pai da caçula Cora, que nasceu em 2024.
“Eu acho que a idade não define uma pessoa, o que define são muitas outra coisas. Quem você foi com as pessoas, as escolhas que você fez durante a vida, como você elaborou, como você se comportou. Tem tantas coisas que mostram quem você é que eu acho que vem na frente da idade que você tem”, disse Santoro, à IstoÉ Gente.
O marido da atriz e modelo Mel Fronckowiack, 37, e também pai de Nina, de 8 anos, finaliza atentando para cuidados com a saúde física e mental: “Claro que tem a saúde, a genética. Eu cuido bastante da minha. Acho que cada vez mais a gente entende a longevidade como algo importante, e eu sempre cuidei. Continuo cultivando a minha saúde, a minha saúde mental, a minha saúde física. E vida que segue”.
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‘O Último Azul’
Enquanto atravessava o tapete vermelho da maior premiação do cinema nacional, Rodrigo Santoro falou com a IstoÉ Gente sobre a importância de lançar o filme “O Último Azul” no ano em que o Brasil foi premiado por “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, e de ser homenageado no festival.
“É um ano particular para o cinema brasileiro, né? Eu acho que a gente começou o ano com o ‘Último Azul’ vencendo o Urso de Prata no Festival de Berlim. Depois, ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar, prêmios para Kleber e Wagner em Cannes, né? Pelo ‘O Agente Secreto’. E uma safra de filmes maravilhosos, né? Que estrearam esse ano”, iniciou.
“É um momento muito especial, talvez um dos momentos mais potentes do cinema brasileiro. Receber essa homenagem é algo… Eu nunca recebi um reconhecimento como esse pela minha contribuição internacional, apesar de eu nunca ter separado a minha estrada, a minha carreira nacional da internacional. Para mim é uma estrada só, com curvas altas, baixas, e que eu procuro sempre entregar tudo o que eu posso para humanizar as personagens”, completou.
“Meu compromisso é com a verdade de cada personagem e das histórias. E com a minha paixão, o meu comprometimento com o cinema independente brasileiro. Começando em Bicho e Sete Cabeças e hoje aqui com ‘O Último Azul'”.
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