Pelo menos 648 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, início do movimento de protesto contra o governo, anunciou a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, nesta segunda-feira (12).
“A comunidade internacional tem o dever de proteger os manifestantes civis frente às matanças cometidas pela República Islâmica”, declarou o diretor da IHR, Mahmood Amiry Moghaddam, ao informar o novo balanço de mortos, verificado pela ONG.
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A IHR assinalou que, “segundo algumas estimativas, mais de 6.000 poderiam ter morrido”, mas advertiu que o apagão quase total da internet imposto pelas autoridades iranianas durante quase quatro dias torna “extremamente difícil verificar estes informes de forma independente”.