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Renan adia apresentação de relatório da CPI da Covid

Renan adia apresentação de relatório da CPI da Covid

Renan Calheiros durante reunião da CPI da Covid no Senado


Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) – O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), decidiu adiar a apresentação do seu relatório, prevista inicialmente para sexta-feira, para que seja possível incluir informações dos dados da busca e apreensão realizada na semana passada em endereços da empresa Precisa Medicamentos.

A assessoria do senador disse nesta segunda-feira que ainda não há uma nova data para apresentação do relatório, mas o mais provável é que aconteça na primeira semana de outubro.

O adiamento foi acordado em uma reunião entre o grupo de senadores independentes da comissão, no domingo. O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), e o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), já defendiam o adiamento, mas Renan acreditava ainda ser possível apresentá-lo na sexta-feira.

No entanto, a chegada de novas informações sobre a Precisa deve levar à necessidade de novos depoimentos, tanto de pessoas da empresa como do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, que deve ser ouvido na terça-feira, o que convenceu o relator a adiar a apresentação.

O relatório de Renan está praticamente pronto, mas devem ser incluídas novas informações sobre os casos da Precisa, que tentou vender a vacina indiana contra Covid-19 Covaxin para o governo federal em negociações consideradas suspeitas, e sobre o plano de Saúde Prevent Senior.

Denúncias de funcionários apontam que a empresa fez testes de usos de medicamentos sem comprovação científica, como a cloroquina e a ivermectina, em pacientes idosos de Covid-19 e escondeu mortes nos resultados. O suposto estudo da Prevent Senior foi propagandeado pelo presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e seus apoiadores como uma prova de que o “tratamento precoce” funcionava.

Na terça-feira, a CPI deve ouvir o diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Batista.

Nesta segunda, os senadores do chamado grupo independente e de oposição se reúnem com mais um grupo de juristas para analisar possibilidades de indiciamento e tipos penais que devem ser sugeridos no relatório da CPI.

Em seu relatório, Renan irá incluir o pedido de indiciamento de Bolsonaro por prevaricação, por não ter pedido investigação ao receber a informação do deputado Luis Miranda (DEM-DF) de negociações irregulares na compra da Covaxin.

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