Tecnologia & Meio ambiente

Reino Unido tem recorde de mortos e hospitais lembram ‘zonas de guerra’

Reino Unido tem recorde de mortos e hospitais lembram ‘zonas de guerra’

Médicos levam paciente de uma ambulância para o hospital Real de Londres em 19 de janeiro de 2021 - AFP

Os hospitais britânicos parecem uma “zona de guerra”, devido ao aumento de pacientes com o novo coronavírus, advertiu o assessor científico do governo, Patrick Vallance, em um país que não para de bater recordes de mortos, com 1.820 óbitos nesta quarta-feira (20).

A situação é “muito, muito ruim neste momento, com uma enorme pressão, e em alguns casos parece uma zona de guerra em termos do que as pessoas têm que administrar”, afirmou Vallance ao canal privado Sky News.

O Reino Unido é duramente castigado por uma nova onda de infecções atribuída a uma variante do novo coronavírus, descoberta em dezembro no sul da Inglaterra que, segundo cientistas britânicos, é de 50% a 70% mais contagiosa do que as anteriores.

Nesta quarta, o país registrou 1.820 novas mortes nos 28 dias posteriores a um resultado positivo de exame da covid-19, segundo cifras do ministério da Saúde.

Trata-se de um recorde desde o início da pandemia, que já matou 93.290 pessoas no país, o maior balanço na Europa, após os 1.610 mortos registrados na terça-feira e os 1.564 de uma semana atrás.


+ Rapper implanta diamante de R$ 128 milhões no rosto
+ PR: Jovem desaparecida é encontrada morta; namorado confessa crime
+ Galo bota ovos e surpreende moradores de Santa Catarina

Todo o Reino Unido está confinado pela terceira vez, com escolas fechadas e as medidas parecem começar a dar resultados na diminuição dos contágios: foram 38.905 registrados na quarta-feira diante dos cerca de 60.000 reportados diariamente há pouco.

No entanto, as hospitalizações ainda aumentam. Há 37.946 doentes graves da covid-19 internados atualmente, 3.916 deles com respiradores, muito mais do que durante a primeira onda na primavera passada no hemisfério norte.

Desde o começo de dezembro, o governo britânico realiza um ambicioso programa de vacinação em massa com a esperança de poder suspender o confinamento gradualmente em março.

Mais de 4,2 milhões de pessoas – maiores de 80 anos e pessoal sanitário – receberam uma primeira dose das vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca/Oxford e o governo estabeleceu o objetivo de vacinar 15 milhões de pessoas até meados de fevereiro.

“É muito provável que a vacinação regular seja necessária ao menos durante alguns anos e penso que é muito provável que estas vacinas tenham que mudar um pouco como a gripe a cada ano”, devido a mutações o vírus, avaliou Vallance.

Veja também

+ Cientistas descobrem nova camada no interior da Terra
+ Aprenda 5 molhos fáceis para aproveitar o macarrão estocado
+ Aprenda a preparar o delicioso espaguete a carbonara
+ Vídeo: o passo a passo de como fazer ovo de Páscoa
+ Cientistas desvendam mistério das crateras gigantes da Sibéria
+ Sexo: saiba qual é a melhor posição de acordo com o seu signo
+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Como fazer seu cabelo crescer mais rápido
+ Vem aí um novo megaiceberg da Antártida
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Editora estreia com o romance La Cucina, uma aventura gastronômia e erótica