Rei do Marrocos integrará ‘Conselho da Paz’ criado por Trump

O rei Mohammed VI do Marrocos aceitou o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar seu Conselho de Paz como membro fundador, anunciou nesta segunda-feira (19) o Ministério das Relações Exteriores marroquino.

“Saudando o compromisso e a visão do presidente Donald Trump para promover a paz”, o monarca “aceitou com satisfação este convite”, indicou um comunicado oficial reproduzido pela agência estatal de notícias MAP.

“Nesse contexto, o Reino do Marrocos ratificará a Carta que estabelece esse Conselho”, acrescentou o Ministério das Relações Exteriores.

A iniciativa busca “contribuir para os esforços de paz no Oriente Médio e adotar uma nova abordagem para resolver os conflitos no mundo”, acrescentou a mesma fonte.

Essa iniciativa do mandatário americano foi concebida originalmente para supervisionar a reconstrução de Gaza, mas seu estatuto não parece limitar sua atuação ao território palestino ocupado.

Trump quer que os países que integrem seu “Conselho de Paz” paguem 1 bilhão de dólares (R$ 5,36 bilhões) para fazer parte do organismo, que se atribui a missão de “promover a estabilidade” no mundo, segundo os “estatutos” obtidos nesta segunda-feira pela AFP.

A Casa Branca solicitou a vários líderes mundiais que integrem esse conselho, presidido pelo próprio Trump. Entre eles figuram o presidente da Rússia, Vladimir Putin; o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán; e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.

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