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Putin ordena vacinação em massa a partir da próxima semana

Putin ordena vacinação em massa a partir da próxima semana

O presidente russo, Vladimir Putin, participa da XII Cúpula do BRICS por videoconferência na residência estadual Novo-Ogaryovo, nos arredores de Moscou, em 17 de novembro de 2020. - SPUTNIK/AFP

MOSCOU, 2 DEZ (ANSA) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou nesta quarta-feira (02) que seja iniciada a vacinação em massa da população com o imunizante Sputnik V, desenvolvido pelo Instituto Gamaleya de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia, a partir da próxima semana.

Segundo a agência de notícias local Sputnik, a vice-premiê, Tatiana Golikova, foi designada com a responsável para organizar a imunização contra a Covid-19.

“Eu sei que nós temos produzido ou vamos produzir mais de dois milhões de doses da vacina contra o coronavírus Sputnik V nos próximos dias. Ela foi a primeira a ser registrada no mundo.

Isso nos permitirá começar uma vacinação em larga escala, se não uma em massa, e claro, como nós concordamos, irá atingir os dois principais grupos de risco: médicos e professores”, disse Putin conforme a agência oficial.

Golikova confirmou a informação e o pedido de Putin de iniciar a vacinação “no fim da próxima semana”.


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Atualmente ainda na fase 3 dos testes clínicos, e com relatórios preliminares que apontam uma eficácia “superior a 95%” na prevenção da doença, a Sputnik V é a mais avançada das três imunizações criadas por laboratórios russos.

Apesar das dúvidas iniciais sobre o seu processo de produção, os resultados clínicos de segurança e geração de resposta imune das fases 1 e 2 foram confirmados após a revisão da revista científica “The Lancet”.

Até o momento, estavam em andamento a vacinação de grupos específicos, como médicos e enfermeiros – que precisavam se cadastrar – e as forças militares, com uma estimativa de 400 mil soldados imunizados.

O anúncio desta quarta-feira veio horas depois que o Reino Unido informar ao mundo a aprovação de uma outra vacina contra o Sars-CoV-2, desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech, e o início da vacinação dos grupos prioritários a partir da próxima semana.

Além de Rússia e Reino Unido, a China também está vacinando a população prioritária, como as equipes médicas e os militares, e também as pessoas que precisam viajar para o exterior a trabalho ou estudo. Segundo Pequim, mais de um milhão já foram imunizados. (ANSA).

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