Psicólogo explica medo da morte de Jade Magalhães após influenciadora se tornar mãe

A influenciadora digital é mãe de Serena, sua primeira filha com o cantor Luan Santana

Jade Magalhães e filha
Jade Magalhães e filha Foto: Reprodução/Instagram

A influenciadora digital Jade Magalhães, de 31 anos, revelou em suas redes sociais, nesta semana, que passou a ter medo de morrer após se tornar mãe de Serena, sua primeira filha com o cantor Luan Santana, de 33 anos, que está com quase dois meses.

“Passei a ter esse medo. Para coisas bobas, tipo andar de quadriciclo, carro”, explicou Jade em seu perfil no Instagram.

No bate-papo, a esposa de Luan Santana também falou sobre sua experiência como mãe e sobre seu corpo desde 28 de dezembro, quando a bebê nasceu. Entre as perguntas, ela foi questionada sobre a queda de cabelo, mas comemorou o fato de não ter sofrido esse efeito por conta da gestação e do pós-parto. “Sempre tive medo dessa parte. Não tive queda de cabelo”, explicou na ocasião.

A reportagem de IstoÉ Gente procurou o psicólogo Alexander Bez, que analisou o medo da morte de Jade Magalhães após a influenciadora se tornar mãe de primeira viagem.

“Quando passamos por mudanças na vida, como ter um filho ou uma filha, alguns medos podem se intensificar mais do que antes. Às vezes, esses medos apenas afloram, mas, em outros casos, podem realmente se desenvolver ao longo do tempo. Na prática, há duas possibilidades: o medo pode simplesmente se tornar mais evidente ou pode piorar e se tornar mais intenso. Além disso, a percepção desse medo também pode aumentar. Você já podia sentir esse receio antes, mas agora ele se torna maior, principalmente em relação à sua prole, mais do que a você mesmo”, começa o profissional.

Segundo Alexander, esse medo está ligado à preocupação de não conseguir cuidar do filho. “É importante destacar que não é um medo isolado, ele pode crescer conforme aumenta o número de filhos. Por isso, acho importante falarmos sobre isso também. Além disso, essa sensação aumenta a responsabilidade da pessoa. Por exemplo, se antes ela pulava de asa-delta sem pensar muito, agora refletiria várias vezes antes de fazê-lo. O mesmo acontece com outras atividades mais arriscadas, como andar de caiaque ou de banana boat. Isso é completamente normal, pois a pessoa passa a se preocupar mais com os riscos que pode correr fisicamente e como isso impactaria sua família”, destaca.

O psicólogo afirma que é fundamental ressaltar que esse medo, dentro da normalidade, não se trata de uma patologia ou doença. Ele é apenas uma preocupação natural de quem ama seu filho e deseja o melhor para ele. Afinal, o ideal para a criança, principalmente até a fase adulta, é ter os pais por perto.

“Esse medo pode contribuir para um aumento da maturidade e da responsabilidade, gerando novas habilidades mentais que talvez não fossem tão praticadas antes. Isso acontece, especialmente, em pessoas que eram mais despreocupadas ou desligadas. Já aquelas que sempre tiveram um senso de responsabilidade e maturidade mais desenvolvidos tendem a sentir essa mudança de forma menos intensa, pois já estavam mais preparadas mentalmente para essa nova fase”, explica.

“Portanto, é essencial compreender essas transformações para que a pessoa consiga seguir adiante, cuidando do filho e também da relação conjugal, que pode ser fortalecida por esse sentimento. Afinal, esse tipo de preocupação e cuidado pode aproximar ainda mais o casal”, finaliza.