ISTOÉ Gente

“Provei que não sou só a mulher do Whindersson”, desabafa Luísa Sonza

Crédito: Reprodução/Instagram

A cantora Luísa Sonza usou os Stories, do Instagram, na noite dessa quarta-feira (31) para fazer um longo desabafo, destacando a suposta desvalorização do seu trabalho diante do público. Ela afirma que suas músicas não são tocas em rádios por ser uma artista que veio da internet, e que considera esse preconceito como “bizarro”.

“Artistas que vieram da internet, artistas do pop e do funk. É sobre uma coisa que é uma realidade: a desvalorização e o preconceito que a gente vive é bizarro. A gente rala muito para conseguir entregar um clipe, um álbum, um show. Eu nunca tive dinheiro de outro lugar sem ser do meu bolso. Assim como tantos outros artistas. É um pouco frustrante você não ser considerada artista, mesmo levando um trabalho de qualidade. Não é fácil conseguir espaço”, reclamou.

“Anitta é uma pessoa que eu admiro muito porque ela quebrou barreiras. Pabllo também e olha o quanto ela é desvalorizada. A gente não precisa provar nada para ninguém”, continuou.

Ainda no seu desabafo, a jovem cantora comenta que muita gente a conhece apenas por ser mulher do comediante Whindersson Nunes. “Não preciso provar nada para ninguém, mas acabei provando que não sou apenas a ‘mulher do Whindersson'”, finalizou.


+ Grávida do quinto filho, influenciadora morre aos 36 anos
+ Após assassinar a esposa, marido usou cartão da vítima para fazer compras e viajar com amante

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel