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Presidente do Senado do Chile anuncia sua candidatura presidencial

Presidente do Senado do Chile anuncia sua candidatura presidencial

Mulher vota na eleição para escolher os representantes que ficarão responsáveis por redigir a nova Constituição do Chile - AFP


A presidente do Senado chileno, Yasna Provoste, do Democrata Cristão (DC), anunciou nesta sexta-feira (23) sua candidatura às eleições presidenciais de 21 de novembro no Chile, cinco dias após as primárias que decidiram as nomeações de esquerda e direita.

Em um evento em sua cidade natal, Vallenar, Provoste fez um anúncio oficial que manteve a política chilena em suspense. A adesão à corrida presidencial, na qual já se inscreveram o deputado Gabriel Boric, pelo pacto entre a Frente Ampla e o Partido Comunista; e o independente Sebastián Sichel, que conquistou as primárias da ala de direita.

“Aceito este desafio porque quem quer transitar em paz, quem quer profundas transformações para o nosso país, é muito mais do que quem só grita e só acredita que a violência pode resolver as dificuldades do nosso país”, declarou Provoste.

O anúncio acontece cinco dias depois do surpreendente resultado das primárias legais a que se submeteram a coalizão formada pela Frente Ampla e os partidos PC e a aliança oficialista. Além disso, na lista dos que não participaram, estão os partidos que fazem parte da antiga Concerto – entre eles o DC -, que governou o Chile por duas décadas após o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Ao contrário das pesquisas, Boric, de 35 anos – idade mínima para se candidatar à presidência do Chile – prevaleceu contra o comunista Daniel Jadue.

Sichel, por sua vez, também surpreendeu ao vencer o ultraconservador Joaquín Lavín, em sua terceira tentativa de chegar à presidência e que liderou as pesquisas.

Para analistas, os triunfos de Boric e Sichel mostram que os chilenos optaram por políticos de nova geração e de tom mais moderado.

Neste cenário, Provoste pretende conquistar os votos do centro.

Na disputa pela presidência do Chile está também a socialista Paula Narváez, professora de profissão e descendente do povo originário Diaguita.

A ex-ministra da Educação no primeiro mandato de Michelle Bachelet (2006-2010) foi destituída do cargo pelo Congresso e desqualificada de ocupar cargos públicos por cinco anos. Após esse prazo, ela se tornou senadora e agora está concorre à presidência.

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