Ediçao Da Semana

Nº 2742 - 12/08/22 Leia mais

Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, segundo levantamento realizado pela agência de checagem ‘Ao Fatos’, mentiu sete vezes por dia em 2021. Particularmente, eu desconfio que tenha sido muito mais. O amigão do Queiroz mente até quando está dormindo, hehe.

Uma das mentiras mais recorrentes do devoto da cloroquina é sobre fraude eleitoral, que já disse ter provas, mas até hoje não as apresentou. Ao contrário! Já confessou que não as tem. Ainda assim, continua a afirmar que as eleições de 2018 foram fraudadas.

Outra mentira habitual e cada vez mais frequente é sobre um suposto acordo com o ministro Alexandre de Moraes, durante o evento de desculpas, ocorrido em setembro do ano passado – aquela famosa carta escrita por Michel Temer e assinada pelo arregão.

O patriarca do clã das rachadinhas insiste em afirmar que ‘Xandão’ se comprometeu a encerrar o tal inquérito das Fake News. O ministro nega, é claro, e a única testemunha ocular, Michel Temer, também já afirmou ser mentira de Bolsonaro tal compromisso.

Mas o maridão da ‘Micheque’ mente sem medo de ser feliz. Não está nem aí para a falta de provas ou evidências do que expele pela bocarra infame. Pô, o cara já disse que as vacinas contra a Covid causam suicídios, mortes, invalidez e até mesmo Aids.

Bolsonaro só encontra um mentiroso à altura, ‘neste paíff’, quando diante do rival Lula da Silva. O meliante de São Bernardo diz, na maior cara de pau, que foi inocentado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e que é a ‘ alma mais honesta do Brasil’.

O ex-tudo (ex-presidente, ex-condenado, ex-presidiário, ex-corrupto e ex-lavador de dinheiro) também vive dizendo que o sítio de Atibaia não é dele, que o tríplex do Guarujá não é dele… Se bobearmos, irá dizer que Dilma Rousseff não foi invenção sua.

Em comum, além das mentiras compulsivas, mito e barba têm a sorte – para o azar da nação! – de contar com dezenas de milhões de fiéis eleitores, que não apenas acreditam em tudo que dizem, como falam ‘amém’ para suas barbaridades cotidianas, por mais absurdas que sejam. Pinóquio, por aqui, coitado, teria o nariz do tamanho de um grão de arroz.