A apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny durante o intervalo do Super Bowl – final do campeonato de futebol americano – repercutiu largamente ao redor do mundo. Aproveitando o fato de estar em palco nos EUA no momento em que a agenda anti-imigração engrossa, o artista utilizou o show para valorizar a cultura latina e chegou a virar tema de publicações de órgãos públicos brasileiros.
Uma semana antes da performance, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) utilizou a capa do álbum mais recente de Bad Bunny – o premiado “Debí tirar más fotos” [Deveria ter tirado mais fotos] – para incentivar a ida às urnas em ano eleitoral. O post aconteceu justamente no dia em que o disco ganhou o Grammy de “Álbum do Ano”.
“Debí votar más veces… A América Latina tá com tudo nas premiações e, em ano de eleição, nossa urna também não fica pra trás.”, escreveu o TSE.
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A icônica foto de duas cadeiras plásticas em cenário tropical que ilustra o disco de Bad Bunny também foi apropriada pela Secretaria Municipal de Saúde de Caxias do Sul (RS) para divulgar uma campanha de doação de sangue.
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Em uma paródia parecida, a prefeitura de Porto Velho (RO) e o governo de Goiás reaproveitaram a imagem das cadeiras sobrepondo-as em diversos cenários locais e estimulando a atividade turística.
“No clima do Super Bowl e inspirados no álbum Debí Tirar Más Fotos, do Bad Bunny, criamos versões da capa com a cara de Goiás.”, veiculou o estado goiano, enquanto a cidade rondoniense brincou “E se um álbum do Bad Bunny fosse feito em Porto Velho?”.
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Já o governo de Pernambuco divulgou a celebração do Dia do Frevo – ritmo musical típico do estado – com a mesma imagem de capa de Bad Bunny, adaptando o título para “Devia ter dançado mais frevos”.
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