A gestão do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), não exigirá pagamento pela realização do Lollapalooza no Autódromo de Interlagos em 2026. No acordo firmado entre a prefeitura e a empresa Rock World — responsável pelo festival — o município é definido apenas como “apoiador institucional”.
O Lollapalooza acontece anualmente na cidade paulista e está marcado para os dias 20, 21 e 22 de março. Como “apoiador institucional” do evento, Nunes poderá expor seu logotipo em todas as ações e espaços, assim como terá permissão para repostar os conteúdos produzidos para as redes sociais.
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A cobrança pela utilização do Autódromo, no entanto, não está prevista no contrato. Segundo a prefeitura informou à IstoÉ, “a cessão está baseada no interesse do público e no impacto que o evento gera para São Paulo”.
Perguntada sobre as razões que levaram à isenção de taxa, a gestão não prestou esclarecimentos e argumentou que o Lollapalooza “deverá trazer impacto de R$ 500 milhões à cidade e gerar mais de 15 mil empregos diretos e indiretos”.
Na edição anterior, de 2025, foram cobrados mais de R$ 2 milhões pela ocupação do Autódromo. Na ocasião, o público estimado foi de cerca de 240 mil pessoas ao longo dos três dias de evento.
“O Lollapalooza não apenas gera renda e atrai público, mas projeta internacionalmente a cidade de São Paulo. A cessão do autódromo promove forte estímulo à economia criativa, turismo, hotelaria, alimentação e serviços”, completou a prefeitura de São Paulo.