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Popularidade de Bolsonaro segue crescendo em meio à pandemia

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Presidente Jair Bolsonaro (Crédito: AFP)

A popularidade do governo de Jair Bolsonaro aumentou de 29% par 40% nos últimos dez meses, apesar das críticas sobre a política ambiental e sanitária do presidente, de acordo com uma pesquisa do Ibope publicada nesta quinta-feira (24).

De acordo com a pesquisa realizada entre os dias 17 e 20 de setembro, 40% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro “bom” ou “muito bom”, a maior taxa de aprovação desde o início do mandato, em janeiro de 2019.

Trata-se de um aumento de 11 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior do Ibope, realizada em dezembro de 2019.

A taxa de rejeição ao presidente registrou um forte retrocesso, de 38% para 29%.

Na avaliação do desempenho pessoal do presidente Bolsonaro, 50% dos entrevistados afirmaram “aprovar sua forma de governar”. Em dezembro do ano passado, eram 41%.

Os índices de confiança em Bolsonaro aumentaram de 41% para 46%, contra 51% dos entrevistados que afirmaram ainda não confiar no presidente, dado que em dezembro era de 56%.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Estes resultados confirmam a tendência exposta em uma pesquisa realizada há pouco mais de um mês pelo Instituto Datafolha, que mostrava que a aprovação de Bolsonaro havia aumentado de 32% para 37% entre junho e agosto, em plena pandemia da covid-19.

Outras pesquisas recentes colocam Bolsonaro como um candidato muito competitivo para as eleições de 2022, quando tentará um segundo mandato.

A pesquisa do Ibope confirma que a popularidade de Bolsonaro aumentou entre os brasileiros mais pobres, que começaram a receber em abril um auxílio emergencial mensal no valor de 600 reais para aliviar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia.

A ajuda foi prolongada até dezembro, mas com um valor reduzido pela metade, o que não afetou a popularidade do governo.

Bolsonaro parece ter escapado ileso das críticas recebidas pela postura negacionista e anti-Ciência frente à pandemia, que causou a morte de quase 139.000 pessoas no Brasil, o segundo país no mundo em número de óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos.

O presidente brasileiro também coleciona detratores no exterior, principalmente por sua política ambiental em um ano de 2020 com altos índices de desmatamento e incêndios florestais na Amazônia e no Pantanal.

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