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Pompeo destaca avanços na redução do narcotráfico na Colômbia

Pompeo destaca avanços na redução do narcotráfico na Colômbia

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, cumprimenta militares durante visita a Bogotá, na Colômbia - AFP

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, elogiou nesta terça-feira (21) os “avanços importantes” que o governo do presidente Iván Duque vem realizando para a redução do narcotráfico na Colômbia, que considera um desastre que afeta toda a região.

“Os EUA apoiam vocês nesses avanços importantes”, declarou o secretário de Estado em uma base da polícia colombiana de combate aos narcóticos, em Bogotá, antes de terminar a sua visita de dois dias à nação sul-americana.

“Temos confiança de que em 2020 o trabalho seja ainda melhor e maior nessa função que estão realizando, ao deter esse desastre para o Estados Unidos, a Colômbia e todo o povo da região. Vamos trabalhar juntos neste nobre avanço”, acrescentou.

A Colômbia é o principal produtor mundial da folha de coca, com 169 mil hectares registrados em 2018. O país tem potencial para produzir 1.120 toneladas de cocaína, segundo a ONU.

O Estados Unidos, que durante quatro décadas destinaram recursos milionários ao estreito aliado na região para combater o tráfico de drogas, é o maior consumidor.

Segundo o presidente colombiano, 100 mil hectares de plantações de folha de coca foram destruídos em 2019, e 434 toneladas de cocaína foram apreendidas.

“Esses resultados demonstram o compromisso e a vontade para conseguir derrotar o inimigo comum do narcotráfico”, ressaltou o ministro de Defesa da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo.

O presidente Iván Duque, que assumiu o poder em agosto de 2018, lançou um programa antidrogas que prevê reduzir pela metade o plantio de cocaína no país entre 2022 e 2023, assim como reativar o uso do glifosato, uma decisão aplaudida pelos EUA, mas não aprovada pelos produtores rurais.

“O governo colombiano continuará utilizando todos os instrumentos que estiverem ao seu alcance para derrotar o narcotráfico, incluindo a fumigação aérea (de glifosato)”, acrescentou Trujillo.

Em 2015, foram suspensas as borrifações aéreas com a substância, durante o governo do ex-presidente Juan Manuel Santos, justificado pelos potenciais danos à saúde humana e ao meio ambiente.

O governo do atual presidente declarou que voltará a fazer uso do glifosato assim que os requisitos necessários ordenados pela Corte Constitucional colombiana (similar ao STF, no Brasil) forem cumpridos.

Na última semana, o Estados Unidos anunciou que doará US$ 5 milhões (cerca de R$ 20 milhões) a Colômbia para investir nas zonas afetadas pelo cultivo de folhas de coca.

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