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Policial que matou negro após abordagem de trânsito é presa e acusada de homicídio

Policial que matou negro após abordagem de trânsito é presa e acusada de homicídio

Homenagem a Daunte Wright, morto por uma policial em Brooklyn Center, no Minnesota


Por Nick Pfosi e Gabriella Borter

MINEÁPOLIS (Reuters) – A policial que baleou e matou um homem negro durante uma briga ocorrida após uma abordagem de trânsito de rotina no Estado norte-americano de Minnesota foi presa e formalmente acusada de homicídio culposo nesta quarta-feira.

Kim Potter, veterana com 26 anos de serviço que se demitiu da força policial de Brooklyn Center na terça-feira, foi posta sob custódia na manhã desta quarta-feira e fichada na prisão do condado de Hennepin por matar a tiro Daunte Wright, de 20 anos, na tarde de domingo, disse o Órgão de Apreensão Criminal de Minnesota em um comunicado.

Potter, de 48 anos, estava detida sem direito a fiança, segundo registros da prisão.

Wright foi parado no domingo devido a um registro de veículo vencido, disse a polícia. Policiais descobriram que existia um mandado de prisão contra ele, e Potter sacou a arma de fogo ao invés da arma de choque acidentalmente durante uma luta com Wright, que voltou para o carro, disse na segunda-feira o chefe policial de Brooklyn Center, Tim Gannon, que também pediu demissão na terça-feira.


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No vídeo da polícia, ouve-se Potter gritando um palavrão e, em seguida, “acabei de atirar nele”.

Para que ela seja condenada pela lei do Minnesota por homicídio culposo, os procuradores precisam mostrar que Potter foi “culposamente negligente” e que correu um “risco insensato” em suas ações contra Wright. A acusação implica uma pena máxima de 10 anos de prisão e uma multa de 20 mil dólares.

(Por Nathan Layne em Wilton, Connecticut, Brendan O’Brien em Chicago, Joseph Ax em Princeton, Nova Jersey e Gabriella Borter em Washington)

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