Economia

Petróleo fecha em baixa, com aumento da produção e receio por avanço da covid


Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta quinta-feira, 19, com aumento na produção nos Estados Unidos e em países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Além disso, há a preocupação global com o impacto da covid-19 na recuperação econômica, com casos e mortes aumentando, assim como as restrições.

O petróleo WTI para janeiro fechou em queda de 0,26% (US$ 0,11), a US$ 41,90 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para igual mês encerrou as negociações com retração 0,32% (US$ 0,14) na Intercontinental Exchange (ICE), cotado a US$ 44,20 o barril.

O Commerzbank observa o aumento dos estoques e da produção de petróleo nos EUA, como apontado na quarta-feira pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país.

“A produção de petróleo dos EUA aumentou em 400 mil barris, para 10,9 milhões de barris por dia, embora isso tenha sido apenas um retorno ao normal após interrupções relacionadas com o furacão nas duas semanas anteriores”, diz a instituição.

Além disso, o banco alemão destaca que os países da Opep+ têm registrado aumento na produção. “Na Líbia, que é membro da Opep mas está isenta dos cortes de produção, subiu para mais de 1 milhão de barris por dia”, diz o Commerzbank em realtório, acrescentando que os Emirados Árabes Unidos estão reticentes com manutenção de cortes, e na Rússia, a produção aumentou.

“Nem todos os membros da aliança implementaram integralmente os cortes prometidos até agora, apesar de já terem sido solicitados várias vezes, razão pela qual a Opep+ produziu mais de 2,3 milhões de barris por dia a mais do que o acordado entre maio e outubro”, relata o Commerzbank.

Pelo lado da demanda, a Ásia, que se recupera mais rápido do impacto da covid-19, registra sinais positivos. No entanto, com o avanço da doença nos EUA e na Europa, a perspectiva global não é a mesma.

“O consumo de petróleo na China já voltou aos níveis anteriores ao vírus e acreditamos que aumentará ainda mais no próximo ano. Mas é improvável que o consumo em outros lugares retorne aos níveis anteriores ao vírus até 2022”, projeta a Capital Economics.

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